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Quem Somos

Fundada no Rio de Janeiro em 1995, a FRAIHA Produções de Eventos e Editora, cria, desenvolve e produz projetos culturais, tais como: produções audiovisuais para cinema, televisão e internet, exposições de artes plásticas, mostras de cinema e espetáculos teatrais. O segmento da Editora Fraiha desenvolve também produções editoriais artísticas. A produtora oferece ainda consultoria na aplicação das leis de incentivo fiscal e elaboração de projetos em parceria com seus clientes.

Sócios: Silvia Fraiha e Mauro Farias

CINEMA:

Longa-Metragem

  •  ”Vai Que Dá Certo 2″
  •  “Vai Que Dá Certo”
  •  “Verônica”
  •  “Duas Vezes Com Helena“
  •  “Não Quero Falar Sobre Isso Agora”

Média-Metragem

  •  “O Enfermeiro”

Documentários

  •  “Virando Bicho”
  •  “Rio de Cinemas”

EXPOSIÇÕES:

  • Bandeira Brasileira – De Símbolo Nacional a Signo Popular
  • Eletrodomésticos – Origens, História e Design no Brasil

SEMINÁRIO:

  • Eletrodomésticos – Origens, História e Design no Brasil

MOSTRAS:

  • Mostra Ler e Ver I
  • Mostra Ler e Ver II

TEATRO:

  •  “Esse Cara não Existe” – Autores: O texto é de autoria de Mauro Farias e Evandro Mesquita que juntos ganharam o Prêmio Shell de melhor texto em 2004.

LIVROS EDITADOS:

  • Nossa Bandeira
  • Os Primeiros Judeus De São Paulo
  • Eletrodomésticos – Origens, História e Design no Brasil
  • Dicionário De Sobrenomes Sefaraditas e Sua História Na Península Ibérica
  • Paisagismo no Brasil
  • Coleção Editorial – As Grandes Personagens da História do Cinema Brasileiro Vol. I – (1930 a 1959)
  • Coleção Editorial – As Grandes Personagens da História do Cinema Brasileiro Vol. II – (1960 a 1969)
  • Coleção Editorial – As Grandes Personagens da História do Cinema Brasileiro Vol. III – (1970 a 1979)
  • Coleção Editorial – Bairros do Rio – Flamengo; Centro; Glória & Catete, Cosme Velho & Laranjeiras, Ipanema & Leblon; Copacabana & Leme; Botafogo & Humaitá; Tijuca & Floresta, Gávea & São Conrado; Jardim Botânico & Lagoa; Barra & Recreio; Santa Tereza & Urca, Madureira e Oswaldo Cruz; Ramos, Olaria e Penha.
  • Paisagens de Sonho e Verdade
  • Coleção do Artista
  • Jogos Sem Regras
  • A Arte de Ilustrar a Arquitetura

 

 

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Projetos em andamento

14/05/2019

Rei Abá e sua banda

Longa metragem, APP e série de animação. Direção: Cesar Coelho e Eduardo Souza Produção Executiva: Silvia Fraiha Sinopse: Abá é um jovem principe abacaxi, com talento musical e nenhuma vontade de ser coroado Rei. Seu pai, o Rei Caxi , culpa a música pela rebeldia de seu filho e cada vez mais restringe sua vocação.

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14/05/2019

Caindo na Real

Série Documental em 4 episódios sobre a família Schmidt Grael para o canal SporTV Sinopse: Essa série de quatro episódios vai percorrer a trajetória da família Schmidt-Grael na vela brasileira. Alex e Erik Schmidt foram pioneiros no esporte, conquistando títulos ao redor do mundo, se tornando ídolos do esporte brasileiro. A segunda geração é representada

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14/05/2019

Os Espetaculares

Longa metragem de comédia Direção: André Pellenz Distribuição: Califórnia Filmes Sinopse: As aventuras de uma trupe de comediantes que precisa ganhar um concurso e se afirmar no mercado dos espetáculos, numa comédia sobre o mundo da comédia, revelando os bastidores do stand-up, onde as melhores piadas nem sempre estão no palco.

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14/05/2019

Gerações da Vela

Série Documental em 4 episódios sobre a família Schmidt Grael para o canal SporTV Sinopse: Essa série de quatro episódios vai percorrer a trajetória da família Schmidt-Grael na vela brasileira. Alex e Erik Schmidt foram pioneiros no esporte, conquistando títulos ao redor do mundo, se tornando ídolos do esporte brasileiro. A segunda geração é representada

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22/10/2013

Projetos em andamento

14/05/2019

Rei Abá e sua banda

Rei Aba draft copy

Longa metragem, APP e série de animação.

Direção: Cesar Coelho e Eduardo Souza
Produção Executiva: Silvia Fraiha

Sinopse:

Abá é um jovem principe abacaxi, com talento musical e nenhuma vontade de ser coroado Rei. Seu pai, o Rei Caxi , culpa a música pela rebeldia de seu filho e cada vez mais restringe sua vocação. Abá foge do castelo e de seu castigo quando é convidado para cantar no maior festival de música de Frutapaloosa.

Visite o site oficial do
Abá e sua banda aqui: www.abaesuabanda.com.br

14/05/2019

Caindo na Real

Série Documental em 4 episódios sobre a família Schmidt Grael para o canal SporTV

Sinopse:

Essa série de quatro episódios vai percorrer a trajetória da família Schmidt-Grael na vela brasileira. Alex e Erik Schmidt foram pioneiros no esporte, conquistando títulos ao redor do mundo, se tornando ídolos do esporte brasileiro. A segunda geração é representada por Torben Grael, com 30 títulos brasileiros, 6 mundiais e 5 medalhas olímpicas, e Lars Grael, que já com duas medalhas olímpicas e dezenas de títulos, sofreu um grave acidente que lhe custou uma perna, se tornando um símbolo de superação para o país quando voltou a velejar apenas 3 meses após o acidente. Desde então já conquistou títulos de nível internacional, inclusive o de campeão mundial da classe Star em 2015. Já a terceira geração, mesmo carregando consigo a responsabilidade de corresponder as expectativas de uma trajetória de sucesso, se prova merecedora do legado. Martine e Marco, filhos de Torben, já representaram o Brasil nas olimpíadas, onde ela levou o ouro em 2016. Já Nicholas, filho de Lars, está começando agora na classe 49er.

14/05/2019

Os Espetaculares

Longa metragem de comédia

Direção: André Pellenz
Distribuição: Califórnia Filmes

Sinopse:

As aventuras de uma trupe de comediantes que precisa ganhar um concurso e se afirmar no mercado dos espetáculos, numa comédia sobre o mundo da comédia, revelando os bastidores do stand-up, onde as melhores piadas nem sempre estão no palco.

14/05/2019

Gerações da Vela

Série Documental em 4 episódios sobre a família Schmidt Grael para o canal SporTV

Sinopse:

Essa série de quatro episódios vai percorrer a trajetória da família Schmidt-Grael na vela brasileira. Alex e Erik Schmidt foram pioneiros no esporte, conquistando títulos ao redor do mundo, se tornando ídolos do esporte brasileiro. A segunda geração é representada por Torben Grael, com 30 títulos brasileiros, 6 mundiais e 5 medalhas olímpicas, e Lars Grael, que já com duas medalhas olímpicas e dezenas de títulos, sofreu um grave acidente que lhe custou uma perna, se tornando um símbolo de superação para o país quando voltou a velejar apenas 3 meses após o acidente. Desde então já conquistou títulos de nível internacional, inclusive o de campeão mundial da classe Star em 2015. Já a terceira geração, mesmo carregando consigo a responsabilidade de corresponder as expectativas de uma trajetória de sucesso, se prova merecedora do legado. Martine e Marco, filhos de Torben, já representaram o Brasil nas olimpíadas, onde ela levou o ouro em 2016. Já Nicholas, filho de Lars, está começando agora na classe 49er.

27/01/2017

Caindo na Real

Documentário

Produção: Fraiha Produções
Elenco: Ana Deise de Souza, Carolina Fairbanks, Erick Rocha, Olivia Zanetti, Renan Campari, Samara Viana
Direção: Alexandre Carvalho & Silvia Fraiha
Produção Executiva: Silvia Fraiha

Sinopse:
Documentário que vai fazer um retrato da geração que está ingressando no mercado de trabalho e que serão os protagonistas do país pelos próximos anos.

cartaz alexandre 3 23/01/2014

Vai que dá Certo 2

Gênero: Comédia
Direção: Mauricio Farias
Produção executiva: Silvia Fraiha
Co-Produção: Globo Filmes
Roteiro: Bernardo Guilherme, Fabio Porchat, Marcelo Gonçalves e Mauricio Farias

Distribuição: Imagem Filmes

Ano: 2016

Duração: 90 minutos

 

Sinopse:

Após a morte do primo Danilo (Lucio Mauro Filho), Rodrigo (Danton Melo), Amaral (Fabio Porchat), Tonico (Felipe Abib) se vêem obrigados a participar de uma chantagem arquitetada por Danilo, sua irmã Simone (Verônica Debom) e pelos policiais Cid e Da Silva. O grupo consegue levar adiante a negociação mas Simone rouba todo o dinheiro deles. Eloi (Vladimir Brichta), amante de Simone e pivô da chantagem também está atrás do dinheiro. Jaqueline (Natalia Lage), agora casada com Rodrigo, é sequestrada e na operação para salvá-la Rodrigo, Amaral e Tonico correm sério risco de vida.

 

Elenco: Fabio Porchat, Danton Mello, Lucio Mauro Filho, Natalia Lage, Vladimir Brichta e Felipe Abib.

19/12/2013

Bairros do Rio

eletrodomesticos_origens_historia_e_design_no_brasil 18/12/2013

Eletrodomésticos – Origens, História e Design no Brasil

Autores: Claudio Lammas de Farias, Eduardo Ayrosa,
Gabriel Carvalho, José Abramovitz e Silvia Fraiha
Produção editorial: Silvia Fraiha e Leonardo Esteves
Prefácio: Eduardo Ayrosa
Ano: 2006

 

O livro, que é dividido em três partes: origens, história e design no Brasil, apresenta ao leitor o estilo art déco, os debates acerca da arte e da indústria na Europa, as primeiras escolas de design funcionalistas, o streamlining e alguns dos pioneiros mestres de design. Passa pela formação da indústria de bens duráveis no Brasil, que antes chegavam ao Brasil em navios comerciais com as novidades dos países mais ricos. Nos anos 1960, com a fundação de escolas de design no Brasil, surgem os primeiros eletrodomésticos nacionais.

17/12/2013

As grandes personagens da história do cinema brasileiro

dicionario_sefaradi_de_sobrenomes 16/12/2013

Dicionário Sefaradi de Sobrenomes

Autores: Guilherme Faiguenboim, Paulo Valadares e Anna Rosa Campagnano
Produção editorial: Silvia Fraiha
Prefácio: Márcio Souza
Português / Inglês
Ano: 2003

Prêmio de Melhor Obra de Referência de 2004 nos EUA

 

A obra apresenta mais de 16 mil sobrenomes de judeus sefaradis. Além dos verbetes, o Dicionário sefaradi apresenta uma contextualização histórica que deu origem aos sefaradis e aos cristãos-novos. Na primeira parte, o professor Reuven Faingold examina os primórdios com a chegada dos judeus na península Ibérica até a expulsão em decorrência da Inquisição. Reuven descreve a mentalidade da época, tanto dos judeus como dos católicos. Isso permite ao leitor entender as motivações dos dois grupos que culminaram na expulsão de centenas de milhares de pessoas que lá viviam havia mais de 15 séculos.

A segunda parte coube ao professor Paulo Valadares, que narra a diáspora sefaradi e os diversos destinos por eles encontrados para fugir da Inquisição. Antes da apresentação dos verbetes, Guilherme Faiguenboim faz uma breve explanação da onomástica sefaradi dos diferentes timings históricos, dos diferentes timings lingüísticos, da movimentação geográfica temporal, e apresenta uma lista dos 250 sobrenomes sefaradis mais citados.

O leitor atento perceberá a extraordinária saga de dezenas de milhares de famílias sefaradis ao longo desses seis séculos, entre portugueses, espanhóis, mouros, berberes, marroquinos, argelinos, tunisinos, turcos, sírios, egípcios, italianos, franceses, alemães, mexicanos, argentinos e brasileiros, expressando-se em dezenas de línguas, escrevendo em cinco alfabetos e exercendo grande variedade de profissões.

cartaz alexandre 3

Vai que dá Certo 2

Gênero: Comédia
Direção: Mauricio Farias
Produção executiva: Silvia Fraiha
Co-Produção: Globo Filmes
Roteiro: Bernardo Guilherme, Fabio Porchat, Marcelo Gonçalves e Mauricio Farias

Distribuição: Imagem Filmes

Ano: 2016

Duração: 90 minutos

 

Sinopse:

Após a morte do primo Danilo (Lucio Mauro Filho), Rodrigo (Danton Melo), Amaral (Fabio Porchat), Tonico (Felipe Abib) se vêem obrigados a participar de uma chantagem arquitetada por Danilo, sua irmã Simone (Verônica Debom) e pelos policiais Cid e Da Silva. O grupo consegue levar adiante a negociação mas Simone rouba todo o dinheiro deles. Eloi (Vladimir Brichta), amante de Simone e pivô da chantagem também está atrás do dinheiro. Jaqueline (Natalia Lage), agora casada com Rodrigo, é sequestrada e na operação para salvá-la Rodrigo, Amaral e Tonico correm sério risco de vida.

 

Elenco: Fabio Porchat, Danton Mello, Lucio Mauro Filho, Natalia Lage, Vladimir Brichta e Felipe Abib.

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VAI QUE DÁ CERTO

Gênero: Comédia
Roteiro original: Mauricio Farias e Alexandre Morcillo

Roteiro final: Mauricio Farias e Fabio Porchat
Direção: Mauricio Farias
Produção executiva: Silvia Fraiha
Co-Produção: Globo Filmes, Telecine

Distribuição: Imagem Filmes

Ano: 2013

Duração: 87 minutos

 

Sinopse:

A história narra o reencontro de cinco amigos de adolescência que compartilham a frustração de não terem alcançado o sucesso que projetaram para suas vidas. A possibilidade de recuperar o tempo perdido surge através de uma tentadora e arriscada proposta: o assalto a uma transportadora de valores. O crime (quase) perfeito que prometia transformar suas trajetórias cumpre o seu propósito, mas não exatamente como planejaram.

 

Elenco: Bruno Mazzeo, Danton Mello, Fabio Porchat, Felipe Abib, Gregório Duvivier, Lúcio Mauro Filho e Natália Lage

Videos
VirandoBicho

Virando Bicho

Site: http://www.virandobicho.com.br/
Produção: Fraiha Produções
Elenco: Ana Deise de Souza, Carolina Fairbanks, Erick Rocha, Olivia Zanetti, Renan Campari, Samara Viana
Direção: Alexandre Carvalho & Silvia Fraiha
Produção Executiva: Silvia Fraiha
Direção de Produção: Marcelo Soboll, Paulo Dimantas, Joana Vieira
Fotografia: Tiago Arakilian
Câmera: Tiago Arakilian e Maicon Esteves
Montagem: Tainá Menezes, Sergio Swendenborg, Silvia Fraiha
Argumento: Renan Garcia Miranda
Roteiro: Alexandra Garnier, Silvia Fraiha e Renan Garcia Miranda
Videografismo: Toni Cid Guimarães e Thiago Pires
Desenho de Som: François Wolf
Tratamento de cor: Titânio Produções
Trilha Sonora: Leandro Verdeal
Musicas: Gabriel Pensador, Titãs, Legião Urbana

Sinopse:
Os desafios de seis jovens que se preparam para o vestibular e o momento em que recebem o resultado.

Videos
veronica

VERÔNICA

Gênero: Ação
Roteiro: Bernardo Guilherme e Maurício Farias
Direção: Maurício Farias
Produção executiva: Silvia Fraiha
Co-Produção: Globo Filmes, Quanta, Brian Cine, Link Digital

Distribuição: Europa Filmes

Ano: 2009

Duração: 89 minutos

 

Sinopse
Uma professora se vê obrigada a levar um aluno de oito anos em casa. Ao entrar na favela onde ele mora, ela descobre que os pais dele foram assassinados e que o menino corre perigo.

 

Elenco

Andréa Beltrão, Marco Ricca, Matheus de Sá

Andréa Dantas, Camila Amado, Flávio Migliaccio, Ailton Graça, Giulio Lopes, Jonathan Azevedo, Patrícia Selonk, Alexandre Zacchia, Aline Borges, Julio Adrião, Wallace Coutinho, Thogun, Jorge Lucas, Gustavo Mota, Renato Faria, Vinícius Moreno, Zeli Oliveira, Rose Germano, Luelen, Leonardo Oliveira.

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O ENFERMEIRO

Gênero: Drama

Roteiro: Melanie Dantas
Direção:
Mauro Farias
Produção executiva:
Silvia Fraiha e Tiza Lobo

Ano: 1999

Duração: 50 minutos

 

Sinopse:

O filme é o primeiro de uma série que se intitula “Contos no Cinema”. Esta adaptação do conto homônimo de Machado de Assis, que foi publicado originalmente em 1884 na “Gazeta de Notícias”, narra a história de um rapaz, formado em Teologia (Procópio), que vai a uma pequena cidade no interior cuidar de um velho (Coronel Felisberto). Além de doente, o coronel possui um comportamento agressivo e intolerante. Movido parte pelas virtudes recomendadas pelo vigário local, mansidão e caridade, e parte pelo bom ordenado, o enfermeiro resiste a xingamentos e bengaladas, até que um dia… Não cabe aqui antecipar o final, basta dizer que a partir daí, a moral da parábola se aprofunda e a luta interna do personagem torna-se mais violenta na justificação de um ato intempestivo.

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DUAS VEZES COM HELENA

Gênero: Drama

Roteiro: Melanie Dantas
Direção:
Mauro Farias
Produção executiva:
Silvia Fraiha e Tiza Lobo
Co-Produção:
Quanta

Ano: 2000

Duração: 75 minutos

 

Elenco: Fábio Assunção, Carlos Gregório, Christine Fernandes

Sinopse

Aos 25 anos de idade, Polydoro retorna de uma viagem de estudos à Europa e logo reencontra seu grande mentor, o Professor Alberto, que o convida para passar uns dias em Campos de Jordão, onde lhe apresenta sua esposa Helena.

Helena convida o jovem para passar uns dias em sua casa, mesmo com o retorno de seu marido para São Paulo. Em um jogo de sedução, Polydoro não resiste e vive uma intensa paixão com Helena – que dura apenas quatro dias, terminando de forma súbita e sem explicação por ela. Vinte e cinco anos depois Polydoro reencontra o casal.

O que terá feito Helena agir daquela maneira? Por quê Alberto aceita passivamente o distanciamento de Polydoro, que ele tanto admirava?

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Rio de Cinemas

Roteiro: Flávia Lins e Silva Fraiha
Direção:
Nice Benedicts, Silvia Fraiha e Juliana Carvalho
Co-Produção:
Quanta, Bang Produções e Cara de Cão Filmes

Ano: 2001

Sinopse:
O documentário conta a trajetória histórica das primeiras salas de exibição desde os itinerantes barracões de zinco e madeira até os estabelecimentos construídos recentemente, espaços pequenos, fechados e muito confortáveis, quase cabines de nave espacial,  geralmente localizados em Shopping Centers. Desta história pode-se extrair costumes culturais, mudanças no vestuário dos cinéfilos e nos seus hábitos sociais, curiosidades em geral sobre a nossa cidade que sofreu inúmeras transformações ao longo desses mais de cem anos.

Entrevistas com:

José Wilker, Hugo Carvana, Ilka Soares, Adhemar Oliveira, Ruth de Souza, Paulo Roberto Ferreira,  Hernani Heffner, João Luis Vieira, Carlos Manga, Jurandyr Noronha, Jorge Fernando, Francisco Pinto, José Lewgoy, Miguel Falabella e Eduardo Coutinho.

Imagens

Fotos de Premiações

Vencedores de Iconografia

Vencedores de Maquete

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Coleção

Mostra Ler e Ver

Veja também

I Mostra Ler e Ver

Apresentação
Sumário

Mostra sobre Cinema e Literatura. Exibição de filmes baseados em livros, seguidos de debates com autores, roteiristas, diretores, produtores, profissionais de cinema e especialistas em literatura, conversando sobre a linguagem literária e a linguagem cinematográfica.

Realização: 17 a 20 e 24 a 27 de agosto de 2009
Cinema HSBC Belas Artes
São Paulo – SP

Programação:

17/08
O Enfermeiro e Missa do Galo
Palestrantes – Mauro Farias, diretor e Ivan Teixeira, crítico literário, professor da ECA-USP e da Universidade de Austin (Texas, EUA)
Mediador – Eduardo Calbucci, jornalista, doutor em Lingüística pela USP e curador da Mostra Ler & Ver

18/08
Mutum
Palestrantes – Sandra Kogut, diretora e Frederico Barbosa, poeta, crítico literário, diretor executivo da Poiesis, organização social de cultura que administra a Casa das Rosas e o Museu da Língua Portuguesa.
Mediador – Paulo Oliveira, professor, mestre em Literatura Brasileira pela USP

19/08
O Crime do Padre Amaro
Palestrantes – Carlos Coelho da Silva, diretor e Paulo Franchetti, diretor executivo da Editora da Unicamp e professor titular do IEL-Unicamp.
Mediador – Fernando Marcílio L. Couto, professor, mestre em Teoria Literária pela Unicamp

20/08
Dois Perdidos numa Noite Suja
Palestrantes – José Jofilly, diretor e Paulo César Carvalho, poeta, articulista e compositor, mestre em Lingüística pela USP.
Mediador – Maurício Soares Filho, professor, ator e diretor de teatro

24/08
O Coronel e o Lobisomem
Palestrantes – Maurício Farias, diretor e Francisco Platão Savioli, professor da ECA-USP
Mediador – Eduardo Antônio Lopes, professor, mestre em Lingüística pela USP

25/08
Estômago
Palestrantes – Marcos Jorge, diretor, Lusa Silvestre, roteirista e Rodrigo Fonseca, jornalista e crítico de cinema
Mediador – Paulo César de Carvalho, poeta, articulista e compositor, mestre em Lingüística pela USP

26/08
O Homem do Ano
Palestrantes – José Henrique Fonseca, diretor e José Luiz Fiorin, lingüista, professor da FFLCH-USP
Mediador – Eduardo Calbucci, jornalista, doutor em Lingüística pela USP e curador da Mostra Ler & Ver

27/08
Vidas Secas
Palestrantes – José Paula Ramos Jr., poeta, crítico literário, professor da ECA-USP
Mediador – Rodger Giancoli, jornalista e professor

Programação da 2º Mostra Ler e Ver:

30/08
Memórias Póstumas

Palestrantes - André Klotzel e Paulo Oliveira
Mediador: Eduardo Calbucci

Achados e Perdidos

Palestrantes - José Joffily e Rodger Giancoli
Mediador: Renan

31/08
Quincas Berro D'Água

Palestrantes - Sérgio Machado e Eduardo Calbucci

Mistério na Estrada de Sintra

Palestrantes - Jorge Paixão da Costa e Fernando Marcílio Couto
Mediador: Renan

01/09
Toda Nudez Será Castigada

Palestrantes - Luiz Carlos Merten e Eduardo Calbucci

Não Quero Falar Sobre Isso Agora

Palestrantes - Mauro Farias e Eduardo Antonio Lopes
Mediador: Renan

02/09
Cidade de Deus

Palestrantes - Paulo Lins e Paulo César de Carvalho
Mediador: Renan

Nome próprio

Palestrantes - Melanie Dimantas e Maurício Soares Filho
Mediador: Eduardo Calbucci

Cinema Belas Artes
Rua da Consolação, 2423
São Paulo - SP

II Mostra Ler e Ver

Apresentação
Sumário

Mostra sobre Cinema e Literatura. Exibição de filmes baseados em livros, seguidos de debates com autores, roteiristas, diretores, produtores, profissionais de cinema e especialistas em literatura, conversando sobre a linguagem literária e a linguagem cinematográfica.

Realização: 30 de agosto a 02 de novembro de 2010
Cinema Belas Artes
São Paulo – SP
Programação:

30/08
Memórias Póstumas
Palestrantes – André Klotzel, diretor, roteirista, produtor e editor e Paulo Oliveira, professor, mestre em Literatura Brasileira pela USP
Mediador – Eduardo Calbucci, jornalista, doutor em Lingüística pela USP e curador da Mostra Ler & Ver

Achados e Perdidos
Palestrantes – José Joffily, diretor e Rodger Giancoli, jornalista e professor

Mediador – Renan Garcia Miranda, jornalista, historiador, professor de História do curso Anglo e do Liceu Albert Sabin e curador da Mostra Ler & Ver

31/08
Quincas Berro D’Água
Palestrantes – Sérgio Machado, diretor e roteirista e Eduardo Calbucci, jornalista, doutor em Lingüística pela USP e curador da Mostra Ler & Ver

Mistério na Estrada de Sintra
Palestrantes – Jorge Paixão da Costa, diretor e Fernando Marcílio Couto, professor, mestre em Teoria Literária pela Unicamp
Mediador – Renan Garcia Miranda, jornalista, historiador, professor de História do curso Anglo e do Liceu Albert Sabin e curador da Mostra Ler & Ver

01/09
Toda Nudez Será Castigada
Palestrantes – Luiz Carlos Merten, jornalista e crítico de cinema e Eduardo Calbucci, jornalista, doutor em Lingüística pela USP e curador da Mostra Ler & Ver

Não Quero Falar Sobre Isso Agora
Palestrantes – Mauro Farias, diretor e Eduardo Antonio Lopes, professor de Literatura e Redação do curso Anglo
Mediador – Renan Garcia Miranda, jornalista, historiador, professor de História do curso Anglo e do Liceu Albert Sabin e curador da Mostra Ler & Ver

02/09
Cidade de Deus
Palestrantes – Paulo Lins, diretor e Paulo César de Carvalho, poeta, articulista e compositor, mestre em Lingüística pela USP

Mediador – Renan Garcia Miranda, jornalista e historiador, professor de História do curso Anglo e do Liceu Albert Sabin e Curador da Mostra Ler & Ver

Nome próprio
Palestrantes – Melanie Dimantas, roteirista e Maurício Soares Filho, professor, ator e diretor de teatro
Mediador – Eduardo Calbucci, jornalista, doutor em Lingüística pela USP e curador da Mostra Ler & Ver

Programação da 2º Mostra Ler e Ver:

30/08
Memórias Póstumas

Palestrantes - André Klotzel e Paulo Oliveira
Mediador: Eduardo Calbucci

Achados e Perdidos

Palestrantes - José Joffily e Rodger Giancoli
Mediador: Renan

31/08
Quincas Berro D'Água

Palestrantes - Sérgio Machado e Eduardo Calbucci

Mistério na Estrada de Sintra

Palestrantes - Jorge Paixão da Costa e Fernando Marcílio Couto
Mediador: Renan

01/09
Toda Nudez Será Castigada

Palestrantes - Luiz Carlos Merten e Eduardo Calbucci

Não Quero Falar Sobre Isso Agora

Palestrantes - Mauro Farias e Eduardo Antonio Lopes
Mediador: Renan

02/09
Cidade de Deus

Palestrantes - Paulo Lins e Paulo César de Carvalho
Mediador: Renan

Nome próprio

Palestrantes - Melanie Dimantas e Maurício Soares Filho
Mediador: Eduardo Calbucci

Cinema Belas Artes
Rua da Consolação, 2423
São Paulo - SP

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Veja também
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Coleção

Projeto Educativo

Veja também

Exposição

Ampliar o raio de ação de um projeto cultural para o público de estudantes das escolas públicas é um dos nossos objetivos. Durante todo o período da exposição, e auxiliados pelo financiamento do Ponto Frio, tivemos disponível um ônibus, monitores, lanche e material didático com o objetivo de dar condições a muitas escolas de trazerem seus alunos para uma visita guiada à exposição.

Imagens

Fotos de Premiações

Vencedores de Iconografia

Vencedores de Maquete

Rio de Cinemas

Nesse projeto contemplamos 1000 alunos do grupo do PEJA (Programa de Ensino para Jovens e Adultos) com uma visita a um cinema do grupo Severiano Ribeiro, para assistirem aos documentário RIO DE CINEMAS. Após a sessão os alunos seguem trabalhando durante o período letivo em sala de aula, pesquisando sobre o tema do documentário.

Imagens

Fotos de Premiações

Vencedores de Iconografia

Vencedores de Maquete

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Veja também
eletrodomesticos

Eletrodomésticos – Origens, História e Design no Brasil

Exposição
A exposição sobre a história dos eletrodomésticos resgatou o processo de industrialização brasileira e o surgimento do design no Brasil englobando diversos objetos raros como a primeira televisão trazida por Assis Chateaubriand ao Brasil, o rádio alemão subsidiado pelo governo nazista para transmitir apenas programas do governo e propaganda alemã, geladeiras a gelo, gramofones, produtos feitos em homenagem à criação de Brasília na década de 1960, os primeiros objetos criados por designers brasileiros, objetos premiados no Brasil e exterior e uma visão poética e lúdica do futuro.

 

Seminário
Por meio dos contatos realizados, somados à parceria das empresas fabricantes de eletrodomésticos, mobilizamos os designers dessas empresas e alguns autônomos para participar de um seminário. O tema proposto “O design de eletrodomésticos no Brasil”, e o público-alvo estudantes universitários e profissionais da área. Realizado no dia 23 de agosto no auditório do Museu Histórico Nacional, o seminário contou com a presença de cerca de 200 pessoas.

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Esse cara não existe

Elenco: Evandro Mesquita, Maria Clara Gueiros, Adriana Garambone e Adriana Tolentino
Direção: Evandro Mesquita e Mauro Farias
Produção executiva:
Silvia Fraiha e Tiza Lobo
Texto e direção: Evandro Mesquita e Mauro Farias
Elenco: Evandro Mesquita, Maria Clara Gueiros e Adriana Garambone
Cenário: Fernando Mello da Costa
Figurino: Rui Cortez
Iluminação: Aurélio de Simoni
Trilha sonora: Evandro Mesquita e Billy Forguieri
Coreógrafo: Marcio Januário
Projeto gráfico: Toni Cid e Mônica Soffiati
Produção de vídeo: Marise Farias
Poesia “Esse cara não existe”: Bernardo Vilhena
Música “No cu, pardal”: Suely Mesquita e Evandro Mesquita
Boneco: Fernando Sant’ Anna
Fotos: Guga Melgar e Rubens Cerqueira
Assessoria de comunicação: Ciranda Comunicações
Preparação corporal: Álvaro Romano
Assistente de direção: Andréa Mattar
Assistente de Produção: Leonardo Esteves
Produção executiva: Renata Paschoal
Direção de produção: Lucas Mansor
Produção: Tiza Lobo, Silvia Fraiha e Mauro Farias

Sinopse

Esse cara não existe narra a história de Edgar, um sujeito que está em crise no casamento e pensando no inevitável: uma separação que está prestes a acontecer. Ele é só um cara tranquilo que gosta de poucas coisas na vida: ficar em casa, jogar bola, cineminha, cervejinha, pizza de rúcula com mussarela de búfala. Divertido por um lado, chatinho por outro, como a vida é. Mais eis que se vê protagonista da cerimônia de mestre Dionísio, um lugar onde nunca imaginou estar.

 

Prêmios recebidos

Prêmio Shell de melhor texto em 2003

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Exposição Bandeira Brasileira

A Exposição, montada com painéis em back light posicionados no formato da bandeira brasileira, traz como conteúdo informações inéditas sobre a Bandeira Brasileira de forma lúdica e interativa. A Exposição torna-se uma experiência sensorial na qual o visitante entra literalmente dentro da bandeira, desmembrando-a e conhecendo sua história, desde a vinda dos Portugueses até os dias atuais onde a Bandeira é retratada nas Artes, na Moda, na Propaganda, no Esporte, etc.

Embora a bandeira brasileira possua um vasto conteúdo histórico e uma enorme riqueza gráfica, estas informações são muito pouco conhecidas e difundidas entre a população. Um pequeno exemplo é o desconhecimento por parte da maioria dos brasileiros de que as estrelas representadas na bandeira republicana retratam o céu de 15 de novembro 1889, dia da proclamação da república.

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bairros_do_rio_botafogo_e_humaita
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bairros_do_rio_cosme_velho_e_laranjeiras
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Coleção

Bairros do Rio

Veja também

Barra da Tijuca e Recreio

Apresentação
Prefácio

O amor do carioca pelo Rio de Janeiro é notório. A coleção editorial Bairros do Rio foi concebida com o intuito de ajudar o morador a desbravar a sua cidade, conhecendo os detalhes históricos, culturais, gastronômicos e, principalmente, as opções de lazer que cada bairro oferece. O livro, que também pode ser um útil guia do bairro, está dividido em história do bairro, o bairro na atualidade, os principais roteiros com mapas, serviços e dicas de comércio, lazer e gastronomia. Nas dicas destacamos apenas os estabelecimentos tradicionais do bairro. Além do carioca, os turistas brasileiros e estrangeiros terão a oportunidade de fazer seus próprios roteiros culturais, conhecendo as características específicas de cada bairro e, por fim, absorvendo um pouco do verdadeiro espírito desta cidade maravilhosa.

Português / Inglês
Projeto editorial: Silvia Fraiha e Tiza Lobo
Produção editorial: Gabriela Carvalho
Prefácio: Augusto Ivan de Freitas Pinheiro
Redação: Cristina Chacel
Ano: 1999

Vera Dias
Arquiteta (Chefe da Divisão de Monumentos e Chafarizes da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e moradora do Méier)

____O melhor lugar do mundo é aqui. Tem raiz e tradição.

____Pode ser que existam outros lugares com maiores belezas naturais, atrações, porém, nada é mais importante para quem tem um bairro como sua casa.

____O que é o Méier senão o nome de uma família; e como tal tem sua história, e cada morador do local faz parte desta. Os mais antigos componentes deste clã contam que antigamente os jovens se reuniam no Cinema Imperator. Que o primeiro shopping center do Brasil foi inaugurado no Méier; narram sobre as matinês do Clube Mackenzie, a formação da Banda do Méier e as histórias do Bloco Chave de Ouro, que só saía na Quarta-Feira de Cinzas para apanhar da polícia, porque não se podia brincar carnaval naquele dia. Relatam até hoje a importância do trem para o bairro, e que este traz todos os dias aqueles que trabalham, provenientes da zona oeste ou da baixada fluminense. Registram, para manter na memória, o som dos trens passando na estação, os sinos das igrejas ou das propagandas veiculadas por carros que transitam no bairro. Atualmente os jovens se reúnem na pracinha do Méier, a Praça Agripino Grieco, e nos bares e restaurantes do Baixo Méier.

____O Jardim do Méier, as praças Amambai e Rio Grande do Norte têm espaço para grupos da terceira idade fazerem ginástica, caminhadas e jogarem “buraco” ou “sueca”. Todos conhecem os caminhos para se chegar ao Norte Shopping ou ao Nova América e a facilidade de ir à Barra da Tijuca pela Linha Amarela. As novas obras criam expectativas, como a construção do Centro Esportivo na antiga área das Oficinas da Rede Ferroviária, no Engenho de Dentro, e a futura ampliação do viaduto que liga os dois lados do Méier.

____O coreto do Jardim do Méier é o símbolo do bairro, que preserva o convívio tradicional dos subúrbios, mesmo sem as cadeiras colocadas nas calçadas, como se fazia nos velhos tempos.

____Todos conversam nas filas dos bancos, nos caixas das lojas, nas esquinas, nas saídas das escolas, trocam receitas de bolos e doces, comentam quando ocorre um acidente grave, como se estivessem num encontro familiar. Os sentidos são aguçados principalmente pelos churrascos de fim de semana nas casas dos vizinhos, pelo feijão queimando na casa de alguém, pelo som do liquidificador preparando vitaminas, pelos gritos das crianças nas piscinas e soltando pipas, pelas preferências musicais, até mesmo pelas orações dos diferentes cultos. Observa-se quando chega algum novo morador nas redondezas, quando uma loja ou casa entra em reforma ou quando vão construir um novo prédio. Sabe-se identificar os locais perigosos, as horas em que as ruas são freqüentadas pelos idosos, pelos jovens e também pelos marginais. Têm-se as facilidades de viver perto de um comércio variado, de academias, livrarias, escolas, clínicas, consultórios e escritórios de profissionais liberais, tudo com referências dadas por algum morador do bairro.

____Até o comércio informal nas ruas é exercido por conhecidos!

____Os moradores se unem para vencer a insegurança, porém sem badalações ou divulgação. Reconhece-se que um vizinho pode ser mais íntimo do que um parente, porque é a família Méier que gera cada dia “o melhor lugar do mundo”.

Botafogo e Humaitá

Apresentação
Prefácio

O amor do carioca pelo Rio de Janeiro é notório. A coleção editorial Bairros do Rio foi concebida com o intuito de ajudar o morador a desbravar a sua cidade, conhecendo os detalhes históricos, culturais, gastronômicos e, principalmente, as opções de lazer que cada bairro oferece. O livro, que também pode ser um útil guia do bairro, está dividido em história do bairro, o bairro na atualidade, os principais roteiros com mapas, serviços e dicas de comércio, lazer e gastronomia. Nas dicas destacamos apenas os estabelecimentos tradicionais do bairro. Além do carioca, os turistas brasileiros e estrangeiros terão a oportunidade de fazer seus próprios roteiros culturais, conhecendo as características específicas de cada bairro e, por fim, absorvendo um pouco do verdadeiro espírito desta cidade maravilhosa.

Português / Inglês
Projeto editorial: Silvia Fraiha e Tiza Lobo
Produção editorial: Casa da Palavra
Prefácio: Augusto Ivan de Freitas Pinheiro
Redação: Cristina Chacel
Ano: 1999

Vera Dias
Arquiteta (Chefe da Divisão de Monumentos e Chafarizes da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e moradora do Méier)

____O melhor lugar do mundo é aqui. Tem raiz e tradição.

____Pode ser que existam outros lugares com maiores belezas naturais, atrações, porém, nada é mais importante para quem tem um bairro como sua casa.

____O que é o Méier senão o nome de uma família; e como tal tem sua história, e cada morador do local faz parte desta. Os mais antigos componentes deste clã contam que antigamente os jovens se reuniam no Cinema Imperator. Que o primeiro shopping center do Brasil foi inaugurado no Méier; narram sobre as matinês do Clube Mackenzie, a formação da Banda do Méier e as histórias do Bloco Chave de Ouro, que só saía na Quarta-Feira de Cinzas para apanhar da polícia, porque não se podia brincar carnaval naquele dia. Relatam até hoje a importância do trem para o bairro, e que este traz todos os dias aqueles que trabalham, provenientes da zona oeste ou da baixada fluminense. Registram, para manter na memória, o som dos trens passando na estação, os sinos das igrejas ou das propagandas veiculadas por carros que transitam no bairro. Atualmente os jovens se reúnem na pracinha do Méier, a Praça Agripino Grieco, e nos bares e restaurantes do Baixo Méier.

____O Jardim do Méier, as praças Amambai e Rio Grande do Norte têm espaço para grupos da terceira idade fazerem ginástica, caminhadas e jogarem “buraco” ou “sueca”. Todos conhecem os caminhos para se chegar ao Norte Shopping ou ao Nova América e a facilidade de ir à Barra da Tijuca pela Linha Amarela. As novas obras criam expectativas, como a construção do Centro Esportivo na antiga área das Oficinas da Rede Ferroviária, no Engenho de Dentro, e a futura ampliação do viaduto que liga os dois lados do Méier.

____O coreto do Jardim do Méier é o símbolo do bairro, que preserva o convívio tradicional dos subúrbios, mesmo sem as cadeiras colocadas nas calçadas, como se fazia nos velhos tempos.

____Todos conversam nas filas dos bancos, nos caixas das lojas, nas esquinas, nas saídas das escolas, trocam receitas de bolos e doces, comentam quando ocorre um acidente grave, como se estivessem num encontro familiar. Os sentidos são aguçados principalmente pelos churrascos de fim de semana nas casas dos vizinhos, pelo feijão queimando na casa de alguém, pelo som do liquidificador preparando vitaminas, pelos gritos das crianças nas piscinas e soltando pipas, pelas preferências musicais, até mesmo pelas orações dos diferentes cultos. Observa-se quando chega algum novo morador nas redondezas, quando uma loja ou casa entra em reforma ou quando vão construir um novo prédio. Sabe-se identificar os locais perigosos, as horas em que as ruas são freqüentadas pelos idosos, pelos jovens e também pelos marginais. Têm-se as facilidades de viver perto de um comércio variado, de academias, livrarias, escolas, clínicas, consultórios e escritórios de profissionais liberais, tudo com referências dadas por algum morador do bairro.

____Até o comércio informal nas ruas é exercido por conhecidos!

____Os moradores se unem para vencer a insegurança, porém sem badalações ou divulgação. Reconhece-se que um vizinho pode ser mais íntimo do que um parente, porque é a família Méier que gera cada dia “o melhor lugar do mundo”.

Centro

Apresentação
Prefácio

O amor do carioca pelo Rio de Janeiro é notório. A coleção editorial Bairros do Rio foi concebida com o intuito de ajudar o morador a desbravar a sua cidade, conhecendo os detalhes históricos, culturais, gastronômicos e, principalmente, as opções de lazer que cada bairro oferece. O livro, que também pode ser um útil guia do bairro, está dividido em história do bairro, o bairro na atualidade, os principais roteiros com mapas, serviços e dicas de comércio, lazer e gastronomia. Nas dicas destacamos apenas os estabelecimentos tradicionais do bairro. Além do carioca, os turistas brasileiros e estrangeiros terão a oportunidade de fazer seus próprios roteiros culturais, conhecendo as características específicas de cada bairro e, por fim, absorvendo um pouco do verdadeiro espírito desta cidade maravilhosa.

Português / Inglês
Projeto editorial: Silvia Fraiha e Tiza Lobo
Produção editorial: Casa da Palavra
Prefácio: Augusto Ivan de Freitas Pinheiro
Redação: Cristina Chacel
Ano: 1999

Vera Dias
Arquiteta (Chefe da Divisão de Monumentos e Chafarizes da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e moradora do Méier)

____O melhor lugar do mundo é aqui. Tem raiz e tradição.

____Pode ser que existam outros lugares com maiores belezas naturais, atrações, porém, nada é mais importante para quem tem um bairro como sua casa.

____O que é o Méier senão o nome de uma família; e como tal tem sua história, e cada morador do local faz parte desta. Os mais antigos componentes deste clã contam que antigamente os jovens se reuniam no Cinema Imperator. Que o primeiro shopping center do Brasil foi inaugurado no Méier; narram sobre as matinês do Clube Mackenzie, a formação da Banda do Méier e as histórias do Bloco Chave de Ouro, que só saía na Quarta-Feira de Cinzas para apanhar da polícia, porque não se podia brincar carnaval naquele dia. Relatam até hoje a importância do trem para o bairro, e que este traz todos os dias aqueles que trabalham, provenientes da zona oeste ou da baixada fluminense. Registram, para manter na memória, o som dos trens passando na estação, os sinos das igrejas ou das propagandas veiculadas por carros que transitam no bairro. Atualmente os jovens se reúnem na pracinha do Méier, a Praça Agripino Grieco, e nos bares e restaurantes do Baixo Méier.

____O Jardim do Méier, as praças Amambai e Rio Grande do Norte têm espaço para grupos da terceira idade fazerem ginástica, caminhadas e jogarem “buraco” ou “sueca”. Todos conhecem os caminhos para se chegar ao Norte Shopping ou ao Nova América e a facilidade de ir à Barra da Tijuca pela Linha Amarela. As novas obras criam expectativas, como a construção do Centro Esportivo na antiga área das Oficinas da Rede Ferroviária, no Engenho de Dentro, e a futura ampliação do viaduto que liga os dois lados do Méier.

____O coreto do Jardim do Méier é o símbolo do bairro, que preserva o convívio tradicional dos subúrbios, mesmo sem as cadeiras colocadas nas calçadas, como se fazia nos velhos tempos.

____Todos conversam nas filas dos bancos, nos caixas das lojas, nas esquinas, nas saídas das escolas, trocam receitas de bolos e doces, comentam quando ocorre um acidente grave, como se estivessem num encontro familiar. Os sentidos são aguçados principalmente pelos churrascos de fim de semana nas casas dos vizinhos, pelo feijão queimando na casa de alguém, pelo som do liquidificador preparando vitaminas, pelos gritos das crianças nas piscinas e soltando pipas, pelas preferências musicais, até mesmo pelas orações dos diferentes cultos. Observa-se quando chega algum novo morador nas redondezas, quando uma loja ou casa entra em reforma ou quando vão construir um novo prédio. Sabe-se identificar os locais perigosos, as horas em que as ruas são freqüentadas pelos idosos, pelos jovens e também pelos marginais. Têm-se as facilidades de viver perto de um comércio variado, de academias, livrarias, escolas, clínicas, consultórios e escritórios de profissionais liberais, tudo com referências dadas por algum morador do bairro.

____Até o comércio informal nas ruas é exercido por conhecidos!

____Os moradores se unem para vencer a insegurança, porém sem badalações ou divulgação. Reconhece-se que um vizinho pode ser mais íntimo do que um parente, porque é a família Méier que gera cada dia “o melhor lugar do mundo”.

Cosme Velho e Laranjeiras

Apresentação
Prefácio

O amor do carioca pelo Rio de Janeiro é notório. A coleção editorial Bairros do Rio foi concebida com o intuito de ajudar o morador a desbravar a sua cidade, conhecendo os detalhes históricos, culturais, gastronômicos e, principalmente, as opções de lazer que cada bairro oferece. O livro, que também pode ser um útil guia do bairro, está dividido em história do bairro, o bairro na atualidade, os principais roteiros com mapas, serviços e dicas de comércio, lazer e gastronomia. Nas dicas destacamos apenas os estabelecimentos tradicionais do bairro. Além do carioca, os turistas brasileiros e estrangeiros terão a oportunidade de fazer seus próprios roteiros culturais, conhecendo as características específicas de cada bairro e, por fim, absorvendo um pouco do verdadeiro espírito desta cidade maravilhosa.

Português / Inglês
Projeto editorial: Silvia Fraiha e Tiza Lobo
Produção editorial: Casa da Palavra
Prefácio: Augusto Ivan de Freitas Pinheiro
Redação: Cristina Chacel
Ano: 1999

Vera Dias
Arquiteta (Chefe da Divisão de Monumentos e Chafarizes da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e moradora do Méier)

____O melhor lugar do mundo é aqui. Tem raiz e tradição.

____Pode ser que existam outros lugares com maiores belezas naturais, atrações, porém, nada é mais importante para quem tem um bairro como sua casa.

____O que é o Méier senão o nome de uma família; e como tal tem sua história, e cada morador do local faz parte desta. Os mais antigos componentes deste clã contam que antigamente os jovens se reuniam no Cinema Imperator. Que o primeiro shopping center do Brasil foi inaugurado no Méier; narram sobre as matinês do Clube Mackenzie, a formação da Banda do Méier e as histórias do Bloco Chave de Ouro, que só saía na Quarta-Feira de Cinzas para apanhar da polícia, porque não se podia brincar carnaval naquele dia. Relatam até hoje a importância do trem para o bairro, e que este traz todos os dias aqueles que trabalham, provenientes da zona oeste ou da baixada fluminense. Registram, para manter na memória, o som dos trens passando na estação, os sinos das igrejas ou das propagandas veiculadas por carros que transitam no bairro. Atualmente os jovens se reúnem na pracinha do Méier, a Praça Agripino Grieco, e nos bares e restaurantes do Baixo Méier.

____O Jardim do Méier, as praças Amambai e Rio Grande do Norte têm espaço para grupos da terceira idade fazerem ginástica, caminhadas e jogarem “buraco” ou “sueca”. Todos conhecem os caminhos para se chegar ao Norte Shopping ou ao Nova América e a facilidade de ir à Barra da Tijuca pela Linha Amarela. As novas obras criam expectativas, como a construção do Centro Esportivo na antiga área das Oficinas da Rede Ferroviária, no Engenho de Dentro, e a futura ampliação do viaduto que liga os dois lados do Méier.

____O coreto do Jardim do Méier é o símbolo do bairro, que preserva o convívio tradicional dos subúrbios, mesmo sem as cadeiras colocadas nas calçadas, como se fazia nos velhos tempos.

____Todos conversam nas filas dos bancos, nos caixas das lojas, nas esquinas, nas saídas das escolas, trocam receitas de bolos e doces, comentam quando ocorre um acidente grave, como se estivessem num encontro familiar. Os sentidos são aguçados principalmente pelos churrascos de fim de semana nas casas dos vizinhos, pelo feijão queimando na casa de alguém, pelo som do liquidificador preparando vitaminas, pelos gritos das crianças nas piscinas e soltando pipas, pelas preferências musicais, até mesmo pelas orações dos diferentes cultos. Observa-se quando chega algum novo morador nas redondezas, quando uma loja ou casa entra em reforma ou quando vão construir um novo prédio. Sabe-se identificar os locais perigosos, as horas em que as ruas são freqüentadas pelos idosos, pelos jovens e também pelos marginais. Têm-se as facilidades de viver perto de um comércio variado, de academias, livrarias, escolas, clínicas, consultórios e escritórios de profissionais liberais, tudo com referências dadas por algum morador do bairro.

____Até o comércio informal nas ruas é exercido por conhecidos!

____Os moradores se unem para vencer a insegurança, porém sem badalações ou divulgação. Reconhece-se que um vizinho pode ser mais íntimo do que um parente, porque é a família Méier que gera cada dia “o melhor lugar do mundo”.

Flamengo

Apresentação
Prefácio

O amor do carioca pelo Rio de Janeiro é notório. A coleção editorial Bairros do Rio foi concebida com o intuito de ajudar o morador a desbravar a sua cidade, conhecendo os detalhes históricos, culturais, gastronômicos e, principalmente, as opções de lazer que cada bairro oferece. O livro, que também pode ser um útil guia do bairro, está dividido em história do bairro, o bairro na atualidade, os principais roteiros com mapas, serviços e dicas de comércio, lazer e gastronomia. Nas dicas destacamos apenas os estabelecimentos tradicionais do bairro. Além do carioca, os turistas brasileiros e estrangeiros terão a oportunidade de fazer seus próprios roteiros culturais, conhecendo as características específicas de cada bairro e, por fim, absorvendo um pouco do verdadeiro espírito desta cidade maravilhosa.

Português / Inglês
Projeto editorial: Silvia Fraiha e Tiza Lobo
Produção editorial: Casa da Palavra
Prefácio: Augusto Ivan de Freitas Pinheiro
Redação: Cristina Chacel
Ano: 1999

Vera Dias
Arquiteta (Chefe da Divisão de Monumentos e Chafarizes da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e moradora do Méier)

____O melhor lugar do mundo é aqui. Tem raiz e tradição.

____Pode ser que existam outros lugares com maiores belezas naturais, atrações, porém, nada é mais importante para quem tem um bairro como sua casa.

____O que é o Méier senão o nome de uma família; e como tal tem sua história, e cada morador do local faz parte desta. Os mais antigos componentes deste clã contam que antigamente os jovens se reuniam no Cinema Imperator. Que o primeiro shopping center do Brasil foi inaugurado no Méier; narram sobre as matinês do Clube Mackenzie, a formação da Banda do Méier e as histórias do Bloco Chave de Ouro, que só saía na Quarta-Feira de Cinzas para apanhar da polícia, porque não se podia brincar carnaval naquele dia. Relatam até hoje a importância do trem para o bairro, e que este traz todos os dias aqueles que trabalham, provenientes da zona oeste ou da baixada fluminense. Registram, para manter na memória, o som dos trens passando na estação, os sinos das igrejas ou das propagandas veiculadas por carros que transitam no bairro. Atualmente os jovens se reúnem na pracinha do Méier, a Praça Agripino Grieco, e nos bares e restaurantes do Baixo Méier.

____O Jardim do Méier, as praças Amambai e Rio Grande do Norte têm espaço para grupos da terceira idade fazerem ginástica, caminhadas e jogarem “buraco” ou “sueca”. Todos conhecem os caminhos para se chegar ao Norte Shopping ou ao Nova América e a facilidade de ir à Barra da Tijuca pela Linha Amarela. As novas obras criam expectativas, como a construção do Centro Esportivo na antiga área das Oficinas da Rede Ferroviária, no Engenho de Dentro, e a futura ampliação do viaduto que liga os dois lados do Méier.

____O coreto do Jardim do Méier é o símbolo do bairro, que preserva o convívio tradicional dos subúrbios, mesmo sem as cadeiras colocadas nas calçadas, como se fazia nos velhos tempos.

____Todos conversam nas filas dos bancos, nos caixas das lojas, nas esquinas, nas saídas das escolas, trocam receitas de bolos e doces, comentam quando ocorre um acidente grave, como se estivessem num encontro familiar. Os sentidos são aguçados principalmente pelos churrascos de fim de semana nas casas dos vizinhos, pelo feijão queimando na casa de alguém, pelo som do liquidificador preparando vitaminas, pelos gritos das crianças nas piscinas e soltando pipas, pelas preferências musicais, até mesmo pelas orações dos diferentes cultos. Observa-se quando chega algum novo morador nas redondezas, quando uma loja ou casa entra em reforma ou quando vão construir um novo prédio. Sabe-se identificar os locais perigosos, as horas em que as ruas são freqüentadas pelos idosos, pelos jovens e também pelos marginais. Têm-se as facilidades de viver perto de um comércio variado, de academias, livrarias, escolas, clínicas, consultórios e escritórios de profissionais liberais, tudo com referências dadas por algum morador do bairro.

____Até o comércio informal nas ruas é exercido por conhecidos!

____Os moradores se unem para vencer a insegurança, porém sem badalações ou divulgação. Reconhece-se que um vizinho pode ser mais íntimo do que um parente, porque é a família Méier que gera cada dia “o melhor lugar do mundo”.

Glória e Catete

Apresentação
Prefácio

O amor do carioca pelo Rio de Janeiro é notório. A coleção editorial Bairros do Rio foi concebida com o intuito de ajudar o morador a desbravar a sua cidade, conhecendo os detalhes históricos, culturais, gastronômicos e, principalmente, as opções de lazer que cada bairro oferece. O livro, que também pode ser um útil guia do bairro, está dividido em história do bairro, o bairro na atualidade, os principais roteiros com mapas, serviços e dicas de comércio, lazer e gastronomia. Nas dicas destacamos apenas os estabelecimentos tradicionais do bairro. Além do carioca, os turistas brasileiros e estrangeiros terão a oportunidade de fazer seus próprios roteiros culturais, conhecendo as características específicas de cada bairro e, por fim, absorvendo um pouco do verdadeiro espírito desta cidade maravilhosa.

Português / Inglês
Projeto editorial: Silvia Fraiha e Tiza Lobo
Produção editorial: Casa da Palavra
Prefácio: Augusto Ivan de Freitas Pinheiro
Redação: Cristina Chacel
Ano: 1999

Vera Dias
Arquiteta (Chefe da Divisão de Monumentos e Chafarizes da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e moradora do Méier)

____O melhor lugar do mundo é aqui. Tem raiz e tradição.

____Pode ser que existam outros lugares com maiores belezas naturais, atrações, porém, nada é mais importante para quem tem um bairro como sua casa.

____O que é o Méier senão o nome de uma família; e como tal tem sua história, e cada morador do local faz parte desta. Os mais antigos componentes deste clã contam que antigamente os jovens se reuniam no Cinema Imperator. Que o primeiro shopping center do Brasil foi inaugurado no Méier; narram sobre as matinês do Clube Mackenzie, a formação da Banda do Méier e as histórias do Bloco Chave de Ouro, que só saía na Quarta-Feira de Cinzas para apanhar da polícia, porque não se podia brincar carnaval naquele dia. Relatam até hoje a importância do trem para o bairro, e que este traz todos os dias aqueles que trabalham, provenientes da zona oeste ou da baixada fluminense. Registram, para manter na memória, o som dos trens passando na estação, os sinos das igrejas ou das propagandas veiculadas por carros que transitam no bairro. Atualmente os jovens se reúnem na pracinha do Méier, a Praça Agripino Grieco, e nos bares e restaurantes do Baixo Méier.

____O Jardim do Méier, as praças Amambai e Rio Grande do Norte têm espaço para grupos da terceira idade fazerem ginástica, caminhadas e jogarem “buraco” ou “sueca”. Todos conhecem os caminhos para se chegar ao Norte Shopping ou ao Nova América e a facilidade de ir à Barra da Tijuca pela Linha Amarela. As novas obras criam expectativas, como a construção do Centro Esportivo na antiga área das Oficinas da Rede Ferroviária, no Engenho de Dentro, e a futura ampliação do viaduto que liga os dois lados do Méier.

____O coreto do Jardim do Méier é o símbolo do bairro, que preserva o convívio tradicional dos subúrbios, mesmo sem as cadeiras colocadas nas calçadas, como se fazia nos velhos tempos.

____Todos conversam nas filas dos bancos, nos caixas das lojas, nas esquinas, nas saídas das escolas, trocam receitas de bolos e doces, comentam quando ocorre um acidente grave, como se estivessem num encontro familiar. Os sentidos são aguçados principalmente pelos churrascos de fim de semana nas casas dos vizinhos, pelo feijão queimando na casa de alguém, pelo som do liquidificador preparando vitaminas, pelos gritos das crianças nas piscinas e soltando pipas, pelas preferências musicais, até mesmo pelas orações dos diferentes cultos. Observa-se quando chega algum novo morador nas redondezas, quando uma loja ou casa entra em reforma ou quando vão construir um novo prédio. Sabe-se identificar os locais perigosos, as horas em que as ruas são freqüentadas pelos idosos, pelos jovens e também pelos marginais. Têm-se as facilidades de viver perto de um comércio variado, de academias, livrarias, escolas, clínicas, consultórios e escritórios de profissionais liberais, tudo com referências dadas por algum morador do bairro.

____Até o comércio informal nas ruas é exercido por conhecidos!

____Os moradores se unem para vencer a insegurança, porém sem badalações ou divulgação. Reconhece-se que um vizinho pode ser mais íntimo do que um parente, porque é a família Méier que gera cada dia “o melhor lugar do mundo”.

Ipanema e Leblon

Apresentação
Prefácio

O amor do carioca pelo Rio de Janeiro é notório. A coleção editorial Bairros do Rio foi concebida com o intuito de ajudar o morador a desbravar a sua cidade, conhecendo os detalhes históricos, culturais, gastronômicos e, principalmente, as opções de lazer que cada bairro oferece. O livro, que também pode ser um útil guia do bairro, está dividido em história do bairro, o bairro na atualidade, os principais roteiros com mapas, serviços e dicas de comércio, lazer e gastronomia. Nas dicas destacamos apenas os estabelecimentos tradicionais do bairro. Além do carioca, os turistas brasileiros e estrangeiros terão a oportunidade de fazer seus próprios roteiros culturais, conhecendo as características específicas de cada bairro e, por fim, absorvendo um pouco do verdadeiro espírito desta cidade maravilhosa.

Português / Inglês
Projeto editorial: Silvia Fraiha e Tiza Lobo
Produção editorial: Casa da Palavra
Prefácio: Augusto Ivan de Freitas Pinheiro
Redação: Cristina Chacel
Ano: 1999

Vera Dias
Arquiteta (Chefe da Divisão de Monumentos e Chafarizes da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e moradora do Méier)

____O melhor lugar do mundo é aqui. Tem raiz e tradição.

____Pode ser que existam outros lugares com maiores belezas naturais, atrações, porém, nada é mais importante para quem tem um bairro como sua casa.

____O que é o Méier senão o nome de uma família; e como tal tem sua história, e cada morador do local faz parte desta. Os mais antigos componentes deste clã contam que antigamente os jovens se reuniam no Cinema Imperator. Que o primeiro shopping center do Brasil foi inaugurado no Méier; narram sobre as matinês do Clube Mackenzie, a formação da Banda do Méier e as histórias do Bloco Chave de Ouro, que só saía na Quarta-Feira de Cinzas para apanhar da polícia, porque não se podia brincar carnaval naquele dia. Relatam até hoje a importância do trem para o bairro, e que este traz todos os dias aqueles que trabalham, provenientes da zona oeste ou da baixada fluminense. Registram, para manter na memória, o som dos trens passando na estação, os sinos das igrejas ou das propagandas veiculadas por carros que transitam no bairro. Atualmente os jovens se reúnem na pracinha do Méier, a Praça Agripino Grieco, e nos bares e restaurantes do Baixo Méier.

____O Jardim do Méier, as praças Amambai e Rio Grande do Norte têm espaço para grupos da terceira idade fazerem ginástica, caminhadas e jogarem “buraco” ou “sueca”. Todos conhecem os caminhos para se chegar ao Norte Shopping ou ao Nova América e a facilidade de ir à Barra da Tijuca pela Linha Amarela. As novas obras criam expectativas, como a construção do Centro Esportivo na antiga área das Oficinas da Rede Ferroviária, no Engenho de Dentro, e a futura ampliação do viaduto que liga os dois lados do Méier.

____O coreto do Jardim do Méier é o símbolo do bairro, que preserva o convívio tradicional dos subúrbios, mesmo sem as cadeiras colocadas nas calçadas, como se fazia nos velhos tempos.

____Todos conversam nas filas dos bancos, nos caixas das lojas, nas esquinas, nas saídas das escolas, trocam receitas de bolos e doces, comentam quando ocorre um acidente grave, como se estivessem num encontro familiar. Os sentidos são aguçados principalmente pelos churrascos de fim de semana nas casas dos vizinhos, pelo feijão queimando na casa de alguém, pelo som do liquidificador preparando vitaminas, pelos gritos das crianças nas piscinas e soltando pipas, pelas preferências musicais, até mesmo pelas orações dos diferentes cultos. Observa-se quando chega algum novo morador nas redondezas, quando uma loja ou casa entra em reforma ou quando vão construir um novo prédio. Sabe-se identificar os locais perigosos, as horas em que as ruas são freqüentadas pelos idosos, pelos jovens e também pelos marginais. Têm-se as facilidades de viver perto de um comércio variado, de academias, livrarias, escolas, clínicas, consultórios e escritórios de profissionais liberais, tudo com referências dadas por algum morador do bairro.

____Até o comércio informal nas ruas é exercido por conhecidos!

____Os moradores se unem para vencer a insegurança, porém sem badalações ou divulgação. Reconhece-se que um vizinho pode ser mais íntimo do que um parente, porque é a família Méier que gera cada dia “o melhor lugar do mundo”.

Jardim Botânico e Lagoa

Apresentação
Prefácio

O amor do carioca pelo Rio de Janeiro é notório. A coleção editorial Bairros do Rio foi concebida com o intuito de ajudar o morador a desbravar a sua cidade, conhecendo os detalhes históricos, culturais, gastronômicos e, principalmente, as opções de lazer que cada bairro oferece. O livro, que também pode ser um útil guia do bairro, está dividido em história do bairro, o bairro na atualidade, os principais roteiros com mapas, serviços e dicas de comércio, lazer e gastronomia. Nas dicas destacamos apenas os estabelecimentos tradicionais do bairro. Além do carioca, os turistas brasileiros e estrangeiros terão a oportunidade de fazer seus próprios roteiros culturais, conhecendo as características específicas de cada bairro e, por fim, absorvendo um pouco do verdadeiro espírito desta cidade maravilhosa.

Português / Inglês
Projeto editorial: Silvia Fraiha e Tiza Lobo
Produção editorial: Gabriela Carvalho
Prefácio: Augusto Ivan de Freitas Pinheiro
Redação: Cristina Chacel
Ano: 1999

Vera Dias
Arquiteta (Chefe da Divisão de Monumentos e Chafarizes da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e moradora do Méier)

____O melhor lugar do mundo é aqui. Tem raiz e tradição.

____Pode ser que existam outros lugares com maiores belezas naturais, atrações, porém, nada é mais importante para quem tem um bairro como sua casa.

____O que é o Méier senão o nome de uma família; e como tal tem sua história, e cada morador do local faz parte desta. Os mais antigos componentes deste clã contam que antigamente os jovens se reuniam no Cinema Imperator. Que o primeiro shopping center do Brasil foi inaugurado no Méier; narram sobre as matinês do Clube Mackenzie, a formação da Banda do Méier e as histórias do Bloco Chave de Ouro, que só saía na Quarta-Feira de Cinzas para apanhar da polícia, porque não se podia brincar carnaval naquele dia. Relatam até hoje a importância do trem para o bairro, e que este traz todos os dias aqueles que trabalham, provenientes da zona oeste ou da baixada fluminense. Registram, para manter na memória, o som dos trens passando na estação, os sinos das igrejas ou das propagandas veiculadas por carros que transitam no bairro. Atualmente os jovens se reúnem na pracinha do Méier, a Praça Agripino Grieco, e nos bares e restaurantes do Baixo Méier.

____O Jardim do Méier, as praças Amambai e Rio Grande do Norte têm espaço para grupos da terceira idade fazerem ginástica, caminhadas e jogarem “buraco” ou “sueca”. Todos conhecem os caminhos para se chegar ao Norte Shopping ou ao Nova América e a facilidade de ir à Barra da Tijuca pela Linha Amarela. As novas obras criam expectativas, como a construção do Centro Esportivo na antiga área das Oficinas da Rede Ferroviária, no Engenho de Dentro, e a futura ampliação do viaduto que liga os dois lados do Méier.

____O coreto do Jardim do Méier é o símbolo do bairro, que preserva o convívio tradicional dos subúrbios, mesmo sem as cadeiras colocadas nas calçadas, como se fazia nos velhos tempos.

____Todos conversam nas filas dos bancos, nos caixas das lojas, nas esquinas, nas saídas das escolas, trocam receitas de bolos e doces, comentam quando ocorre um acidente grave, como se estivessem num encontro familiar. Os sentidos são aguçados principalmente pelos churrascos de fim de semana nas casas dos vizinhos, pelo feijão queimando na casa de alguém, pelo som do liquidificador preparando vitaminas, pelos gritos das crianças nas piscinas e soltando pipas, pelas preferências musicais, até mesmo pelas orações dos diferentes cultos. Observa-se quando chega algum novo morador nas redondezas, quando uma loja ou casa entra em reforma ou quando vão construir um novo prédio. Sabe-se identificar os locais perigosos, as horas em que as ruas são freqüentadas pelos idosos, pelos jovens e também pelos marginais. Têm-se as facilidades de viver perto de um comércio variado, de academias, livrarias, escolas, clínicas, consultórios e escritórios de profissionais liberais, tudo com referências dadas por algum morador do bairro.

____Até o comércio informal nas ruas é exercido por conhecidos!

____Os moradores se unem para vencer a insegurança, porém sem badalações ou divulgação. Reconhece-se que um vizinho pode ser mais íntimo do que um parente, porque é a família Méier que gera cada dia “o melhor lugar do mundo”.

Leme e Copacabana

Apresentação
Prefácio

O amor do carioca pelo Rio de Janeiro é notório. A coleção editorial Bairros do Rio foi concebida com o intuito de ajudar o morador a desbravar a sua cidade, conhecendo os detalhes históricos, culturais, gastronômicos e, principalmente, as opções de lazer que cada bairro oferece. O livro, que também pode ser um útil guia do bairro, está dividido em história do bairro, o bairro na atualidade, os principais roteiros com mapas, serviços e dicas de comércio, lazer e gastronomia. Nas dicas destacamos apenas os estabelecimentos tradicionais do bairro. Além do carioca, os turistas brasileiros e estrangeiros terão a oportunidade de fazer seus próprios roteiros culturais, conhecendo as características específicas de cada bairro e, por fim, absorvendo um pouco do verdadeiro espírito desta cidade maravilhosa.

Português / Inglês
Projeto editorial: Silvia Fraiha e Tiza Lobo
Produção editorial: Casa da Palavra
Prefácio: Augusto Ivan de Freitas Pinheiro
Redação: Cristina Chacel
Ano: 1999

Vera Dias
Arquiteta (Chefe da Divisão de Monumentos e Chafarizes da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e moradora do Méier)

____O melhor lugar do mundo é aqui. Tem raiz e tradição.

____Pode ser que existam outros lugares com maiores belezas naturais, atrações, porém, nada é mais importante para quem tem um bairro como sua casa.

____O que é o Méier senão o nome de uma família; e como tal tem sua história, e cada morador do local faz parte desta. Os mais antigos componentes deste clã contam que antigamente os jovens se reuniam no Cinema Imperator. Que o primeiro shopping center do Brasil foi inaugurado no Méier; narram sobre as matinês do Clube Mackenzie, a formação da Banda do Méier e as histórias do Bloco Chave de Ouro, que só saía na Quarta-Feira de Cinzas para apanhar da polícia, porque não se podia brincar carnaval naquele dia. Relatam até hoje a importância do trem para o bairro, e que este traz todos os dias aqueles que trabalham, provenientes da zona oeste ou da baixada fluminense. Registram, para manter na memória, o som dos trens passando na estação, os sinos das igrejas ou das propagandas veiculadas por carros que transitam no bairro. Atualmente os jovens se reúnem na pracinha do Méier, a Praça Agripino Grieco, e nos bares e restaurantes do Baixo Méier.

____O Jardim do Méier, as praças Amambai e Rio Grande do Norte têm espaço para grupos da terceira idade fazerem ginástica, caminhadas e jogarem “buraco” ou “sueca”. Todos conhecem os caminhos para se chegar ao Norte Shopping ou ao Nova América e a facilidade de ir à Barra da Tijuca pela Linha Amarela. As novas obras criam expectativas, como a construção do Centro Esportivo na antiga área das Oficinas da Rede Ferroviária, no Engenho de Dentro, e a futura ampliação do viaduto que liga os dois lados do Méier.

____O coreto do Jardim do Méier é o símbolo do bairro, que preserva o convívio tradicional dos subúrbios, mesmo sem as cadeiras colocadas nas calçadas, como se fazia nos velhos tempos.

____Todos conversam nas filas dos bancos, nos caixas das lojas, nas esquinas, nas saídas das escolas, trocam receitas de bolos e doces, comentam quando ocorre um acidente grave, como se estivessem num encontro familiar. Os sentidos são aguçados principalmente pelos churrascos de fim de semana nas casas dos vizinhos, pelo feijão queimando na casa de alguém, pelo som do liquidificador preparando vitaminas, pelos gritos das crianças nas piscinas e soltando pipas, pelas preferências musicais, até mesmo pelas orações dos diferentes cultos. Observa-se quando chega algum novo morador nas redondezas, quando uma loja ou casa entra em reforma ou quando vão construir um novo prédio. Sabe-se identificar os locais perigosos, as horas em que as ruas são freqüentadas pelos idosos, pelos jovens e também pelos marginais. Têm-se as facilidades de viver perto de um comércio variado, de academias, livrarias, escolas, clínicas, consultórios e escritórios de profissionais liberais, tudo com referências dadas por algum morador do bairro.

____Até o comércio informal nas ruas é exercido por conhecidos!

____Os moradores se unem para vencer a insegurança, porém sem badalações ou divulgação. Reconhece-se que um vizinho pode ser mais íntimo do que um parente, porque é a família Méier que gera cada dia “o melhor lugar do mundo”.

Madureira e Oswaldo Cruz

Apresentação
Prefácio

O amor do carioca pelo Rio de Janeiro é notório. A coleção editorial Bairros do Rio foi concebida com o intuito de ajudar o morador a desbravar a sua cidade, conhecendo os detalhes históricos, culturais, gastronômicos e, principalmente, as opções de lazer que cada bairro oferece. O livro, que também pode ser um útil guia do bairro, está dividido em história do bairro, o bairro na atualidade, os principais roteiros com mapas, serviços e dicas de comércio, lazer e gastronomia. Nas dicas destacamos apenas os estabelecimentos tradicionais do bairro. Além do carioca, os turistas brasileiros e estrangeiros terão a oportunidade de fazer seus próprios roteiros culturais, conhecendo as características específicas de cada bairro e, por fim, absorvendo um pouco do verdadeiro espírito desta cidade maravilhosa.

Português / Inglês
Projeto editorial: Silvia Fraiha e Tiza Lobo
Produção editorial: Gabriela Carvalho
Prefácio: Augusto Ivan de Freitas Pinheiro
Redação: Cristina Chacel
Ano: 1999

Vera Dias
Arquiteta (Chefe da Divisão de Monumentos e Chafarizes da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e moradora do Méier)

____O melhor lugar do mundo é aqui. Tem raiz e tradição.

____Pode ser que existam outros lugares com maiores belezas naturais, atrações, porém, nada é mais importante para quem tem um bairro como sua casa.

____O que é o Méier senão o nome de uma família; e como tal tem sua história, e cada morador do local faz parte desta. Os mais antigos componentes deste clã contam que antigamente os jovens se reuniam no Cinema Imperator. Que o primeiro shopping center do Brasil foi inaugurado no Méier; narram sobre as matinês do Clube Mackenzie, a formação da Banda do Méier e as histórias do Bloco Chave de Ouro, que só saía na Quarta-Feira de Cinzas para apanhar da polícia, porque não se podia brincar carnaval naquele dia. Relatam até hoje a importância do trem para o bairro, e que este traz todos os dias aqueles que trabalham, provenientes da zona oeste ou da baixada fluminense. Registram, para manter na memória, o som dos trens passando na estação, os sinos das igrejas ou das propagandas veiculadas por carros que transitam no bairro. Atualmente os jovens se reúnem na pracinha do Méier, a Praça Agripino Grieco, e nos bares e restaurantes do Baixo Méier.

____O Jardim do Méier, as praças Amambai e Rio Grande do Norte têm espaço para grupos da terceira idade fazerem ginástica, caminhadas e jogarem “buraco” ou “sueca”. Todos conhecem os caminhos para se chegar ao Norte Shopping ou ao Nova América e a facilidade de ir à Barra da Tijuca pela Linha Amarela. As novas obras criam expectativas, como a construção do Centro Esportivo na antiga área das Oficinas da Rede Ferroviária, no Engenho de Dentro, e a futura ampliação do viaduto que liga os dois lados do Méier.

____O coreto do Jardim do Méier é o símbolo do bairro, que preserva o convívio tradicional dos subúrbios, mesmo sem as cadeiras colocadas nas calçadas, como se fazia nos velhos tempos.

____Todos conversam nas filas dos bancos, nos caixas das lojas, nas esquinas, nas saídas das escolas, trocam receitas de bolos e doces, comentam quando ocorre um acidente grave, como se estivessem num encontro familiar. Os sentidos são aguçados principalmente pelos churrascos de fim de semana nas casas dos vizinhos, pelo feijão queimando na casa de alguém, pelo som do liquidificador preparando vitaminas, pelos gritos das crianças nas piscinas e soltando pipas, pelas preferências musicais, até mesmo pelas orações dos diferentes cultos. Observa-se quando chega algum novo morador nas redondezas, quando uma loja ou casa entra em reforma ou quando vão construir um novo prédio. Sabe-se identificar os locais perigosos, as horas em que as ruas são freqüentadas pelos idosos, pelos jovens e também pelos marginais. Têm-se as facilidades de viver perto de um comércio variado, de academias, livrarias, escolas, clínicas, consultórios e escritórios de profissionais liberais, tudo com referências dadas por algum morador do bairro.

____Até o comércio informal nas ruas é exercido por conhecidos!

____Os moradores se unem para vencer a insegurança, porém sem badalações ou divulgação. Reconhece-se que um vizinho pode ser mais íntimo do que um parente, porque é a família Méier que gera cada dia “o melhor lugar do mundo”.

Méier e Engenho de Dentro

Apresentação
Prefácio

Português / Inglês
Projeto editorial: Silvia Fraiha e Tiza Lobo
Produção editorial: Gabriela Carvalho
Prefácio: Augusto Ivan de Freitas Pinheiro
Redação: Cristina Chacel
Ano: 1999

O amor do carioca pelo Rio de Janeiro é notório. A coleção editorial Bairros do Rio foi concebida com o intuito de ajudar o morador a desbravar a sua cidade, conhecendo os detalhes históricos, culturais, gastronômicos e, principalmente, as opções de lazer que cada bairro oferece. O livro, que também pode ser um útil guia do bairro, está dividido em história do bairro, o bairro na atualidade, os principais roteiros com mapas, serviços e dicas de comércio, lazer e gastronomia. Nas dicas destacamos apenas os estabelecimentos tradicionais do bairro. Além do carioca, os turistas brasileiros e estrangeiros terão a oportunidade de fazer seus próprios roteiros culturais, conhecendo as características específicas de cada bairro e, por fim, absorvendo um pouco do verdadeiro espírito desta cidade maravilhosa.

Vera Dias
Arquiteta (Chefe da Divisão de Monumentos e Chafarizes da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e moradora do Méier)

____O melhor lugar do mundo é aqui. Tem raiz e tradição.

____Pode ser que existam outros lugares com maiores belezas naturais, atrações, porém, nada é mais importante para quem tem um bairro como sua casa.

____O que é o Méier senão o nome de uma família; e como tal tem sua história, e cada morador do local faz parte desta. Os mais antigos componentes deste clã contam que antigamente os jovens se reuniam no Cinema Imperator. Que o primeiro shopping center do Brasil foi inaugurado no Méier; narram sobre as matinês do Clube Mackenzie, a formação da Banda do Méier e as histórias do Bloco Chave de Ouro, que só saía na Quarta-Feira de Cinzas para apanhar da polícia, porque não se podia brincar carnaval naquele dia. Relatam até hoje a importância do trem para o bairro, e que este traz todos os dias aqueles que trabalham, provenientes da zona oeste ou da baixada fluminense. Registram, para manter na memória, o som dos trens passando na estação, os sinos das igrejas ou das propagandas veiculadas por carros que transitam no bairro. Atualmente os jovens se reúnem na pracinha do Méier, a Praça Agripino Grieco, e nos bares e restaurantes do Baixo Méier.

____O Jardim do Méier, as praças Amambai e Rio Grande do Norte têm espaço para grupos da terceira idade fazerem ginástica, caminhadas e jogarem “buraco” ou “sueca”. Todos conhecem os caminhos para se chegar ao Norte Shopping ou ao Nova América e a facilidade de ir à Barra da Tijuca pela Linha Amarela. As novas obras criam expectativas, como a construção do Centro Esportivo na antiga área das Oficinas da Rede Ferroviária, no Engenho de Dentro, e a futura ampliação do viaduto que liga os dois lados do Méier.

____O coreto do Jardim do Méier é o símbolo do bairro, que preserva o convívio tradicional dos subúrbios, mesmo sem as cadeiras colocadas nas calçadas, como se fazia nos velhos tempos.

____Todos conversam nas filas dos bancos, nos caixas das lojas, nas esquinas, nas saídas das escolas, trocam receitas de bolos e doces, comentam quando ocorre um acidente grave, como se estivessem num encontro familiar. Os sentidos são aguçados principalmente pelos churrascos de fim de semana nas casas dos vizinhos, pelo feijão queimando na casa de alguém, pelo som do liquidificador preparando vitaminas, pelos gritos das crianças nas piscinas e soltando pipas, pelas preferências musicais, até mesmo pelas orações dos diferentes cultos. Observa-se quando chega algum novo morador nas redondezas, quando uma loja ou casa entra em reforma ou quando vão construir um novo prédio. Sabe-se identificar os locais perigosos, as horas em que as ruas são freqüentadas pelos idosos, pelos jovens e também pelos marginais. Têm-se as facilidades de viver perto de um comércio variado, de academias, livrarias, escolas, clínicas, consultórios e escritórios de profissionais liberais, tudo com referências dadas por algum morador do bairro.

____Até o comércio informal nas ruas é exercido por conhecidos!

____Os moradores se unem para vencer a insegurança, porém sem badalações ou divulgação. Reconhece-se que um vizinho pode ser mais íntimo do que um parente, porque é a família Méier que gera cada dia “o melhor lugar do mundo”.

Ramos, Olaria e Penha

Apresentação
Prefácio

Português / Inglês
Projeto editorial: Silvia Fraiha e Tiza Lobo
Produção editorial: Gabriela Carvalho
Prefácio: Joel Nascimento
Pesquisa e Redação: Cristina Vignoli Moraes, Laura Nery e Marcio Scalércio
Ano: 1999

O amor do carioca pelo Rio de Janeiro é notório. A coleção editorial Bairros do Rio foi concebida com o intuito de ajudar o morador a desbravar a sua cidade, conhecendo os detalhes históricos, culturais, gastronômicos e, principalmente, as opções de lazer que cada bairro oferece. O livro, que também pode ser um útil guia do bairro, está dividido em história do bairro, o bairro na atualidade, os principais roteiros com mapas, serviços e dicas de comércio, lazer e gastronomia. Nas dicas destacamos apenas os estabelecimentos tradicionais do bairro. Além do carioca, os turistas brasileiros e estrangeiros terão a oportunidade de fazer seus próprios roteiros culturais, conhecendo as características específicas de cada bairro e, por fim, absorvendo um pouco do verdadeiro espírito desta cidade maravilhosa.

Vera Dias
Arquiteta (Chefe da Divisão de Monumentos e Chafarizes da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e moradora do Méier)

____O melhor lugar do mundo é aqui. Tem raiz e tradição.

____Pode ser que existam outros lugares com maiores belezas naturais, atrações, porém, nada é mais importante para quem tem um bairro como sua casa.

____O que é o Méier senão o nome de uma família; e como tal tem sua história, e cada morador do local faz parte desta. Os mais antigos componentes deste clã contam que antigamente os jovens se reuniam no Cinema Imperator. Que o primeiro shopping center do Brasil foi inaugurado no Méier; narram sobre as matinês do Clube Mackenzie, a formação da Banda do Méier e as histórias do Bloco Chave de Ouro, que só saía na Quarta-Feira de Cinzas para apanhar da polícia, porque não se podia brincar carnaval naquele dia. Relatam até hoje a importância do trem para o bairro, e que este traz todos os dias aqueles que trabalham, provenientes da zona oeste ou da baixada fluminense. Registram, para manter na memória, o som dos trens passando na estação, os sinos das igrejas ou das propagandas veiculadas por carros que transitam no bairro. Atualmente os jovens se reúnem na pracinha do Méier, a Praça Agripino Grieco, e nos bares e restaurantes do Baixo Méier.

____O Jardim do Méier, as praças Amambai e Rio Grande do Norte têm espaço para grupos da terceira idade fazerem ginástica, caminhadas e jogarem “buraco” ou “sueca”. Todos conhecem os caminhos para se chegar ao Norte Shopping ou ao Nova América e a facilidade de ir à Barra da Tijuca pela Linha Amarela. As novas obras criam expectativas, como a construção do Centro Esportivo na antiga área das Oficinas da Rede Ferroviária, no Engenho de Dentro, e a futura ampliação do viaduto que liga os dois lados do Méier.

____O coreto do Jardim do Méier é o símbolo do bairro, que preserva o convívio tradicional dos subúrbios, mesmo sem as cadeiras colocadas nas calçadas, como se fazia nos velhos tempos.

____Todos conversam nas filas dos bancos, nos caixas das lojas, nas esquinas, nas saídas das escolas, trocam receitas de bolos e doces, comentam quando ocorre um acidente grave, como se estivessem num encontro familiar. Os sentidos são aguçados principalmente pelos churrascos de fim de semana nas casas dos vizinhos, pelo feijão queimando na casa de alguém, pelo som do liquidificador preparando vitaminas, pelos gritos das crianças nas piscinas e soltando pipas, pelas preferências musicais, até mesmo pelas orações dos diferentes cultos. Observa-se quando chega algum novo morador nas redondezas, quando uma loja ou casa entra em reforma ou quando vão construir um novo prédio. Sabe-se identificar os locais perigosos, as horas em que as ruas são freqüentadas pelos idosos, pelos jovens e também pelos marginais. Têm-se as facilidades de viver perto de um comércio variado, de academias, livrarias, escolas, clínicas, consultórios e escritórios de profissionais liberais, tudo com referências dadas por algum morador do bairro.

____Até o comércio informal nas ruas é exercido por conhecidos!

____Os moradores se unem para vencer a insegurança, porém sem badalações ou divulgação. Reconhece-se que um vizinho pode ser mais íntimo do que um parente, porque é a família Méier que gera cada dia “o melhor lugar do mundo”.

Santa Teresa e Urca

Apresentação
Prefácio

O amor do carioca pelo Rio de Janeiro é notório. A coleção editorial Bairros do Rio foi concebida com o intuito de ajudar o morador a desbravar a sua cidade, conhecendo os detalhes históricos, culturais, gastronômicos e, principalmente, as opções de lazer que cada bairro oferece. O livro, que também pode ser um útil guia do bairro, está dividido em história do bairro, o bairro na atualidade, os principais roteiros com mapas, serviços e dicas de comércio, lazer e gastronomia. Nas dicas destacamos apenas os estabelecimentos tradicionais do bairro. Além do carioca, os turistas brasileiros e estrangeiros terão a oportunidade de fazer seus próprios roteiros culturais, conhecendo as características específicas de cada bairro e, por fim, absorvendo um pouco do verdadeiro espírito desta cidade maravilhosa.

Português / Inglês
Projeto editorial: Silvia Fraiha e Tiza Lobo
Produção editorial: Gabriela Carvalho
Prefácio: Augusto Ivan de Freitas Pinheiro
Redação: Cristina Chacel
Ano: 1999

Vera Dias
Arquiteta (Chefe da Divisão de Monumentos e Chafarizes da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e moradora do Méier)

____O melhor lugar do mundo é aqui. Tem raiz e tradição.

____Pode ser que existam outros lugares com maiores belezas naturais, atrações, porém, nada é mais importante para quem tem um bairro como sua casa.

____O que é o Méier senão o nome de uma família; e como tal tem sua história, e cada morador do local faz parte desta. Os mais antigos componentes deste clã contam que antigamente os jovens se reuniam no Cinema Imperator. Que o primeiro shopping center do Brasil foi inaugurado no Méier; narram sobre as matinês do Clube Mackenzie, a formação da Banda do Méier e as histórias do Bloco Chave de Ouro, que só saía na Quarta-Feira de Cinzas para apanhar da polícia, porque não se podia brincar carnaval naquele dia. Relatam até hoje a importância do trem para o bairro, e que este traz todos os dias aqueles que trabalham, provenientes da zona oeste ou da baixada fluminense. Registram, para manter na memória, o som dos trens passando na estação, os sinos das igrejas ou das propagandas veiculadas por carros que transitam no bairro. Atualmente os jovens se reúnem na pracinha do Méier, a Praça Agripino Grieco, e nos bares e restaurantes do Baixo Méier.

____O Jardim do Méier, as praças Amambai e Rio Grande do Norte têm espaço para grupos da terceira idade fazerem ginástica, caminhadas e jogarem “buraco” ou “sueca”. Todos conhecem os caminhos para se chegar ao Norte Shopping ou ao Nova América e a facilidade de ir à Barra da Tijuca pela Linha Amarela. As novas obras criam expectativas, como a construção do Centro Esportivo na antiga área das Oficinas da Rede Ferroviária, no Engenho de Dentro, e a futura ampliação do viaduto que liga os dois lados do Méier.

____O coreto do Jardim do Méier é o símbolo do bairro, que preserva o convívio tradicional dos subúrbios, mesmo sem as cadeiras colocadas nas calçadas, como se fazia nos velhos tempos.

____Todos conversam nas filas dos bancos, nos caixas das lojas, nas esquinas, nas saídas das escolas, trocam receitas de bolos e doces, comentam quando ocorre um acidente grave, como se estivessem num encontro familiar. Os sentidos são aguçados principalmente pelos churrascos de fim de semana nas casas dos vizinhos, pelo feijão queimando na casa de alguém, pelo som do liquidificador preparando vitaminas, pelos gritos das crianças nas piscinas e soltando pipas, pelas preferências musicais, até mesmo pelas orações dos diferentes cultos. Observa-se quando chega algum novo morador nas redondezas, quando uma loja ou casa entra em reforma ou quando vão construir um novo prédio. Sabe-se identificar os locais perigosos, as horas em que as ruas são freqüentadas pelos idosos, pelos jovens e também pelos marginais. Têm-se as facilidades de viver perto de um comércio variado, de academias, livrarias, escolas, clínicas, consultórios e escritórios de profissionais liberais, tudo com referências dadas por algum morador do bairro.

____Até o comércio informal nas ruas é exercido por conhecidos!

____Os moradores se unem para vencer a insegurança, porém sem badalações ou divulgação. Reconhece-se que um vizinho pode ser mais íntimo do que um parente, porque é a família Méier que gera cada dia “o melhor lugar do mundo”.

Tijuca e Floresta

Apresentação
Prefácio

O amor do carioca pelo Rio de Janeiro é notório. A coleção editorial Bairros do Rio foi concebida com o intuito de ajudar o morador a desbravar a sua cidade, conhecendo os detalhes históricos, culturais, gastronômicos e, principalmente, as opções de lazer que cada bairro oferece. O livro, que também pode ser um útil guia do bairro, está dividido em história do bairro, o bairro na atualidade, os principais roteiros com mapas, serviços e dicas de comércio, lazer e gastronomia. Nas dicas destacamos apenas os estabelecimentos tradicionais do bairro. Além do carioca, os turistas brasileiros e estrangeiros terão a oportunidade de fazer seus próprios roteiros culturais, conhecendo as características específicas de cada bairro e, por fim, absorvendo um pouco do verdadeiro espírito desta cidade maravilhosa.

Português / Inglês
Projeto editorial: Silvia Fraiha e Tiza Lobo
Produção editorial: Casa da Palavra
Prefácio: Augusto Ivan de Freitas Pinheiro
Redação: Cristina Chacel
Ano: 1999

Vera Dias
Arquiteta (Chefe da Divisão de Monumentos e Chafarizes da Prefeitura da Cidade do Rio de Janeiro e moradora do Méier)

____O melhor lugar do mundo é aqui. Tem raiz e tradição.

____Pode ser que existam outros lugares com maiores belezas naturais, atrações, porém, nada é mais importante para quem tem um bairro como sua casa.

____O que é o Méier senão o nome de uma família; e como tal tem sua história, e cada morador do local faz parte desta. Os mais antigos componentes deste clã contam que antigamente os jovens se reuniam no Cinema Imperator. Que o primeiro shopping center do Brasil foi inaugurado no Méier; narram sobre as matinês do Clube Mackenzie, a formação da Banda do Méier e as histórias do Bloco Chave de Ouro, que só saía na Quarta-Feira de Cinzas para apanhar da polícia, porque não se podia brincar carnaval naquele dia. Relatam até hoje a importância do trem para o bairro, e que este traz todos os dias aqueles que trabalham, provenientes da zona oeste ou da baixada fluminense. Registram, para manter na memória, o som dos trens passando na estação, os sinos das igrejas ou das propagandas veiculadas por carros que transitam no bairro. Atualmente os jovens se reúnem na pracinha do Méier, a Praça Agripino Grieco, e nos bares e restaurantes do Baixo Méier.

____O Jardim do Méier, as praças Amambai e Rio Grande do Norte têm espaço para grupos da terceira idade fazerem ginástica, caminhadas e jogarem “buraco” ou “sueca”. Todos conhecem os caminhos para se chegar ao Norte Shopping ou ao Nova América e a facilidade de ir à Barra da Tijuca pela Linha Amarela. As novas obras criam expectativas, como a construção do Centro Esportivo na antiga área das Oficinas da Rede Ferroviária, no Engenho de Dentro, e a futura ampliação do viaduto que liga os dois lados do Méier.

____O coreto do Jardim do Méier é o símbolo do bairro, que preserva o convívio tradicional dos subúrbios, mesmo sem as cadeiras colocadas nas calçadas, como se fazia nos velhos tempos.

____Todos conversam nas filas dos bancos, nos caixas das lojas, nas esquinas, nas saídas das escolas, trocam receitas de bolos e doces, comentam quando ocorre um acidente grave, como se estivessem num encontro familiar. Os sentidos são aguçados principalmente pelos churrascos de fim de semana nas casas dos vizinhos, pelo feijão queimando na casa de alguém, pelo som do liquidificador preparando vitaminas, pelos gritos das crianças nas piscinas e soltando pipas, pelas preferências musicais, até mesmo pelas orações dos diferentes cultos. Observa-se quando chega algum novo morador nas redondezas, quando uma loja ou casa entra em reforma ou quando vão construir um novo prédio. Sabe-se identificar os locais perigosos, as horas em que as ruas são freqüentadas pelos idosos, pelos jovens e também pelos marginais. Têm-se as facilidades de viver perto de um comércio variado, de academias, livrarias, escolas, clínicas, consultórios e escritórios de profissionais liberais, tudo com referências dadas por algum morador do bairro.

____Até o comércio informal nas ruas é exercido por conhecidos!

____Os moradores se unem para vencer a insegurança, porém sem badalações ou divulgação. Reconhece-se que um vizinho pode ser mais íntimo do que um parente, porque é a família Méier que gera cada dia “o melhor lugar do mundo”.

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eletrodomesticos_origens_historia_e_design_no_brasil

Eletrodomésticos – Origens, História e Design no Brasil

Apresentação
Prefácio

Autores: Claudio Lammas de Farias, Eduardo Ayrosa,
Gabriel Carvalho, José Abramovitz e Silvia Fraiha
Produção editorial: Silvia Fraiha e Leonardo Esteves
Prefácio: Eduardo Ayrosa
Ano: 2006

 

O livro, que é dividido em três partes: origens, história e design no Brasil, apresenta ao leitor o estilo art déco, os debates acerca da arte e da indústria na Europa, as primeiras escolas de design funcionalistas, o streamlining e alguns dos pioneiros mestres de design. Passa pela formação da indústria de bens duráveis no Brasil, que antes chegavam ao Brasil em navios comerciais com as novidades dos países mais ricos. Nos anos 1960, com a fundação de escolas de design no Brasil, surgem os primeiros eletrodomésticos nacionais.

____Falar sobre eletrodomésticos vai muito além de simplesmente apresentar a sua história, as relações entre estes objetos e o desenvolvimento das cidades e da ciência. Nos eletrodomésticos podemos ver a história dos homens e mulheres que os inspiraram, construíram, usaram, e destruíram. Este livro ativa as memórias das famílias, do mundo da vida dessas pessoas, do nosso próprio mundo e vida. Do liquidificador de nossas mães, das máquinas de costura de nossas avós, nas nossas primeiras máquinas de lavar roupa, das nossas relações, felicidades, discussões, anedotas envolvendo tantos varejistas, técnicos, transportadores, serviços, e ambientes de trabalho e lazer. É um livro sobre uma parte curiosa e estranhamente esquecida de nossas histórias, aquela parte do cotidiano que mal é fotografada, escrita, mas é tão fortemente lembrada nos seus barulhos e cheiros e cores.
____O objetivo dos fabricantes de eletrodomésticos sempre foi o de tornar a vida doméstica mais fácil. No final do século XIX e início do século XX, o fascínio destes aparelhos residia fundamentalmente em suas utilidades imediatas, naquilo que o aparelho poderia efetivamente fazer por seu usuário. Esta forma de valorizar o eletrodoméstico – por suas características utilitárias – foi rapidamente complementada pelo invólucro físico do qual esse pacote de utilidades era parte e no qual era entregue aos olhos do consumidor: o design. O trabalho de pioneiros como Behrens, Geddes, Dreyfuss e Loewy construíram na mente do consumidor o eletrodoméstico não apenas útil, mas também bonito; não apenas alinhado a tendências vindas das artes plásticas e arquitetura, mas também influenciando a arte que estava por vir. E junto a essas tendências, o design inaugurou uma nova forma de valorizar os eletrodomésticos: pelo seu valor simbólico. Com o desenvolvimento e fortalecimento do design, passa a fazer sentido optar por uma batedeira específica por ser ela mais bonita e fácil de manejar.
____Eletrodomésticos são produtos, e devem ser vendidos a uma demanda que se supõe crescente para que as empresas se desenvolvam com saúde e a economia cresça. Esta demanda foi alvo da atenção de profissionais de marketing e propaganda ao longo desses quase cem anos, que a atiçaram constantemente com apelos que vão do utilitário ao erótico. Na mente destes profissionais sempre esteve a satisfação de necessidades, fossem elas explícitas ou implícitas, funcionais, sociais, fossem de ordem psicológica, naturais do indivíduo ou criadas pela própria indústria. ____Estas necessidades, por muito anos, estavam relacionadas à praticidade dos produtos: os eletrodomésticos tornavam a vida mais fácil. Os produtos, no entanto, quase nunca são comprados
apenas para satisfazer as necessidades funcionais às quais são destinados originalmente. As pessoas, ao interagirem com este mundo das coisas materiais que as cercam, atribuem a esses objetos significados que originalmente não estavam lá. Um refrigerador elétrico, por exemplo, passa a fazer mais por quem o tem do que simplesmente preservar os alimentos. Ele chega a dizer algo a respeito de quem o possui: o primeiro vizinho a comprar um refrigerador ganha prestígio social. Este prestígio social é um significado negociado entre os consumidores e os publicitários da época, sensíveis às necessidades e tendências do cidadão comum. (É bom não esquecer que publicitários são, eles mesmos, consumidores!). Em um anúncio dos anos vinte, um casal chega do teatro, elegantemente vestido, e busca no refrigerador elétrico “sua ceia prompta e fresca”. O “frio pelo fio” é, além de prático, elegante. E os novos refrigeradores elétricos passaram a ter a aparência de elegância dos anos 50. Usando novas tecnologias de fabricação, seu design passa a ser inspirado em outra categoria de produtos que ao longo dos anos tem separados os níveis sociais: o automóvel.
____O velho armário de gelo foi de fato superado por algo agradável de ver, seguro de usar e fácil de manter. No Brasil, geladeiras são hoje vendidas com estampas criadas por estilistas famosos! Como objetos esteticamente atraentes, os eletrodomésticos passaram a ser valorizados não apenas pela sua função, mas também pela sua aparência. Novas formas de interação levam a novas formas de valorização e estas, por sua vez, eram necessárias para que o consumo destes produtos subisse, tornando o mercado atraente. As razões de compra de eletrodomésticos, assim como de uma enorme variedade de produtos, migraram do funcional para o simbólico.
____É importante notarmos o impacto destes eletrodomésticos na ordem do lar e na distinção entre espaços públicos e privados na casa. O refrigerador elétrico eliminou a necessidade de transportar e manusear barras de gelo. O ferro elétrico de passar roupa e o fogão, seja elétrico, a querosene ou a gás, afastaram o carvão do ambiente doméstico. Além de representarem, por si próprios, prestígio para quem os tem, esses novos produtos afetaram as relações do indivíduo com sua própria casa e sua vida. Pense que a enceradeira elétrica pode ser manuseada de forma a colocar a dona de casa em pé, ereta! Há um ganho político nesse campo: a mulher dos anos 30 e 40 ganha tempo, e porque não dizer, auto-estima. Isso naturalmente abriu espaço para mudanças no papel da mulher na sociedade.
____É inevitável considerar que um eletrodoméstico, hoje em dia, é visto como necessário na vida do cidadão moderno. Passados mais de setenta anos da chegada dos primeiros produtos no Brasil, hoje é impossível imaginar uma casa de uma família tradicional de classe média sem uma geladeira e uma TV. Produtos como máquinas de lavar roupa têm hoje nos serviços um grande concorrente: é comum encontrar pessoas que preferem lavar suas roupas em lavanderias do que em casa. Alguns itens novos, como secretárias eletrônicas, máquinas de fazer pão, ou identificadores de chamadas, são considerados por muitos consumidores necessidades absolutas. Eletrodomésticos tornaram-se um elemento ubíquo em nossas vidas.
____A situação social da mulher cosmopolitana ajudou a afastar alguns produtos do lar. Com a proliferação de serviços, itens como batedeiras simplesmente mudaram de posição na casa e sinalizam cenários bastante extremos. Se por um lado uma batedeira pode denunciar uma família com valores tradicionais e uma mulher dedicada fundamentalmente à casa e à família, por outro lado ela pode sinalizar uma família dedicada à gastronomia, talvez mesmo uma família sem filhos.
____É, no entanto, interessante notar que, observando a evolução do design de produtos (não apenas domésticos) voltados para as classes preocupadas com o valor simbólico de suas posses, há uma clara tendência à recuperação de padrões estéticos da primeira metade do século XX. Analistas de negócios chamam isso de retro-marketing. Ao passo que a modernidade destruiu o passado, a pós-modernidade tem um compromisso com a sua reconstrução, não verossímil, mas acima de tudo simbólica. O design dos anos 40 e 50 é hoje atrativo, elegante, instigante aos olhos e não importa se alguns produtos desempenham sua função original no lar. Sua função é o seu significado.
____Os problemas presentes e futuros enfrentados pelos designers estão relacionados aos clientes que eles desejam atender. Enquanto na primeira metade do século passado clientes eram satisfeitos com soluções para suas obrigações (limpar o chão, lavar a roupa e a louça, liquefazer alimentos etc.), com marcas que simbolizavam segurança para o seu investimento e, em alguns casos, prestígio social, por sua vez consumidor do século XXI parece solicitar algo mais envolvente, parece querer participação mais intensa no projeto dos produtos que os atendem. Passados os problemas que afligiam as classes médias e afluentes dos anos 30 e 40, o novo consumidor quer integração entre os elementos que envolvem sua vida. Em tempos de intenso materialismo, individualismo, e alguma crise de identidade e representação, produtos relacionados ao ambiente que envolve o consumidor ganham importância: integração entre controle de temperatura, segurança no lar, audio e imagem, comunicação e lazer, e acima de tudo, personalização. Estes parecem ser os ícones da vida pós-moderna.
____O Brasil é um país grande, e com muitos problemas ainda a resolver. Há áreas deste país onde a televisão e o fogão ainda são a representação do melhor que a sociedade pode dar aos seus cidadãos. Marcas vêm e vão, e a economia depende destes movimentos cada vez mais. Na ponta da distribuição, varejistas ainda se dividem entre as atividades de vendedores de produtos domésticos e financiadores de sonhos. Os problemas a serem enfrentados por designers no futuro, no entanto, vão muito além da igualdade social e relações entre produtores, distribuidores e clientes.
____Ao longo deste livro você verá como a indústria de eletrodomésticos nasceu, chegou ao Brasil, verá o papel dos grandes varejistas no estabelecimento desta indústria; e acompanhará como os clientes evoluíram ao longo destes anos, desde o comprador de uma solução doméstica até o co-produtor de soluções integradas de produtos. Conforme dissemos no início, um relato sobre os eletrodomésticos ultrapassa uma simples descrição de modelos porque, na verdade, fala da história de homens e mulheres, ao mesmo tempo em que ativa a memória das famílias, do mundo, enfim, da nossa própria vida.

as_grandes_personagens_da_historia_do_cinema_brasileiro_decadas_de_1960_a_1969
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Coleção

As grandes personagens da história do cinema brasileiro

Veja também

Década de 1960

Português / Inglês
Textos: Eduardo Giffoni Flórido
Produção editorial: Silvia Fraiha e Leonardo Esteves
Consultoria: João Luiz Vieira e Eduardo Giffoni Flórido
Prefácio: José Carlos Monteiro
Projeto editorial: Silvia Fraiha
Ano: 2002

A coleção editorial As grandes personagens da história do cinema brasileiro foi concebida com o intuito de prestar uma homenagem aos grandes realizadores do cinema no país, em que abrange os que apareciam na tela e também os que atrás dela contribuíram para a realização dos filmes. Atores, produtores, diretores, roteiristas, músicos, cenógrafos, e até investidores apaixonados pelo cinema, que tiveram participações importantes para o desenvolvimento desta arte no Brasil, são personagens que merecem destaque.

O segundo volume trata do período de 1960 a 1969, quando o cinema brasileiro desenvolveu uma estética própria e única, ultrapassando as fronteiras do nosso país, e passa a usufruir reconhecimento artístico internacional.

Década de 1970

A coleção editorial As grandes personagens da história do cinema brasileiro foi concebida com o intuito de prestar uma homenagem aos grandes realizadores do cinema no país, em que abrange os que apareciam na tela e também os que atrás dela contribuíram para a realização dos filmes. Atores, produtores, diretores, roteiristas, músicos, cenógrafos, e até investidores apaixonados pelo cinema, que tiveram participações importantes para o desenvolvimento desta arte no Brasil, são personagens que merecem destaque.

Textos: Eduardo Giffoni Flórido e Flávio Leandro de Souza
Projeto editorial: Silvia Fraiha
Produção editorial: Silvia Fraiha e Leonardo Esteves
Consultoria: João Luiz Vieira, José Carlos Monteiro e Eduardo Giffoni Flórido
Prefácio: Roberto Farias
Ano: 2006

O terceiro volume trata da década de 1970, quando o cinema brasileiro conquistou grande parte das telas e a distribuição se consolidou com a ajuda do Estado, na Embrafilme.

Décadas de 1930 a 1959

A coleção editorial As grandes personagens da história do cinema brasileiro foi concebida com o intuito de prestar uma homenagem aos grandes realizadores do cinema no país, em que abrange os que apareciam na tela e também os que atrás dela contribuíram para a realização dos filmes. Atores, produtores, diretores, roteiristas, músicos, cenógrafos, e até investidores apaixonados pelo cinema, que tiveram participações importantes para o desenvolvimento desta arte no Brasil, são personagens que merecem destaque.

Português / Inglês
Textos: Eduardo Giffoni Flórido
Projeto editorial: Silvia Fraiha
Produção editorial: Silvia Fraiha
Consultoria: João Luiz Vieira e Eduardo Giffoni Florido
Prefácio: João Luiz Vieira
Ano: 1999

 

O primeiro volume trata do período de 1930 a 1959, quando as grandes produtoras propiciaram a formação de uma indústria cinematográfica brasileira. Hoje é nítido o reconhecimento da importância desse período para a sobrevivência do cinema brasileiro, em que o humor burlesco, a música atraente e a linguagem alegre fizeram a delícia do público durante quase três décadas.

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Veja também
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Dicionário Sefaradi de Sobrenomes

Autores: Guilherme Faiguenboim, Paulo Valadares e Anna Rosa Campagnano
Produção editorial: Silvia Fraiha
Prefácio: Márcio Souza
Português / Inglês
Ano: 2003

Prêmio de Melhor Obra de Referência de 2004 nos EUA

 

A obra apresenta mais de 16 mil sobrenomes de judeus sefaradis. Além dos verbetes, o Dicionário sefaradi apresenta uma contextualização histórica que deu origem aos sefaradis e aos cristãos-novos. Na primeira parte, o professor Reuven Faingold examina os primórdios com a chegada dos judeus na península Ibérica até a expulsão em decorrência da Inquisição. Reuven descreve a mentalidade da época, tanto dos judeus como dos católicos. Isso permite ao leitor entender as motivações dos dois grupos que culminaram na expulsão de centenas de milhares de pessoas que lá viviam havia mais de 15 séculos.

A segunda parte coube ao professor Paulo Valadares, que narra a diáspora sefaradi e os diversos destinos por eles encontrados para fugir da Inquisição. Antes da apresentação dos verbetes, Guilherme Faiguenboim faz uma breve explanação da onomástica sefaradi dos diferentes timings históricos, dos diferentes timings lingüísticos, da movimentação geográfica temporal, e apresenta uma lista dos 250 sobrenomes sefaradis mais citados.

O leitor atento perceberá a extraordinária saga de dezenas de milhares de famílias sefaradis ao longo desses seis séculos, entre portugueses, espanhóis, mouros, berberes, marroquinos, argelinos, tunisinos, turcos, sírios, egípcios, italianos, franceses, alemães, mexicanos, argentinos e brasileiros, expressando-se em dezenas de línguas, escrevendo em cinco alfabetos e exercendo grande variedade de profissões.

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Nossa Bandeira

Apresentação
Sumário
Prefácio

Projeto Gráfico e Capa: Joaquim Redig
Coordenação Editorial: Silvia Fraiha
Produção Editorial: Silvia Fraiha e Joana Vieira
Autor: Joaquim Redig
Ano: 2009

 

O livro, dividido em três grandes partes: Histórica, Uso Popular e Análise, faz uma ampla análise das influências históricas e políticas em nossa bandeira. Sua apropriação pelo brasileiro em vários segmentos da sociedade como nos esportes, nas marcas, na moda, na publicidade, na arte, na política, dentre outras áreas, e o seu significado em cada uma delas. E por fim, o autor, com sua formação de designer, apresenta  problemas e soluções relativos à bandeira nacional: como ela funciona e como poderia funcionar melhor. Caberá aqui seu parecer técnico das qualidades da nossa bandeira que está diretamente vinculado a essa intensa e extensa apropriação por parte da população brasileira, independente de classe social, raça, partido político e idade.

SUMÁRIO Pág:

Nota do Editor
Apresentação do patrocinador
Currículo e Apresentação do autor
Avisos
INTRODUÇÃO GERA L
Parte I
INTRODUÇÃO da Parte I
28 1. ORI GENS
SIMBOLISMOS
LINHA DO TEMPO
CRONOLOGIA
BANDEIRAS PRÉ-COLONIZADORAS:
Bandeira dos Lusos, 140 a.C
Bandeira do Condado Portucalense, 1095-1140
Bandeira do Reino de Portugal, 1140-1249
Bandeira do Reino de Portugal e Algarve, 1249-1385
Bandeira de D. João I, 1385-1481
Bandeira Real, 1481-1495
BANDEIRAS COLONIZADORAS:
Bandeira da Ordem de Cristo, 1319-1649
Bandeira Pessoal de D. Manuel, 1495-1521
Bandeira do Comércio Marítimo, séc. XV e XVI
Bandeira de D. João II, 1521-1580
Bandeira do Domínio Espanhol, 1580-1640
Bandeira da Revolução de 1640
Bandeira da Restauração, 1640-1683
Bandeira do Brasil Holandês, 1630 (ou 37)-1654
Bandeira de D. Pedro II Regente, 1667-1683
Bandeira de D. Pedro II Imperador, 1683-1706
Bandeira Real do Século XVII, séc. XVII e XVII
Bandeira do Regime Constitucional, 1821-1822 (-1910 Portugal)
BANDEIRAS COLONIAIS:
Bandeira para Índia e América, séc. XVII
Bandeira do Principado do Brasil, 1645-1816
Bandeira do Reino Unido de Portugal, Brasil e Algarve, 1816-1821 (em, seguida, Bandeira do Regime Constitucional, acima)
BANDEIRAS NACIONAIS:
Bandeira Imperial do Brasil, 1822-89
Bandeira Provisória da República do Brasil, 15-19.11.1889
Bandeira do Brasil, a partir de 19.11.1889
.3. PERMANÊNCIA
MATRIZES VISUAIS DA BANDEIRA NACIONAL
MATRIZES MORFOLÓGICAS
Cruz
Círculo
Losango
MATRIZES CROMÁTICAS
Verde-Amarelo
Azul-Branco
Verde-Amarelo-Azul
REFORMAS
PROJETOS
5. REALIMENTAÇÃO - O que o Design pode fazer pelo estudo da história
BANDEIRA POSITIVISTA OU FRASE POSITIVISTA ?
D.PEDRO I OU D. JOÃO VI?
“AURIVERDE” OU AURIVERDEANIL?
LIBERDADE OU FIDELIDADE?
INVERSÃO DO CÉU NO PERÍODO VARGAS: ACASO OU PROPÓSITO?
REFERÊNCIAS GEOMÉTRICAS INDÍGENAS: MEMÓRIA NATIVA?
Nossa Bandeira / Sumário / Joaquim Redig Parte II
INTRODUÇÃO da Parte II
II.1. CONTEXTOS DE USO (Pragmática)
USOS CÍVICOS:
OFICIAL
Dia da Bandeira
POLÍTICA
Caso MV Brasil
Caso Profeta Gentileza
ESPORTE
Caso Ayrton Senna
POPULAR
USOS APLICADOS:
MURAIS
MODA
Camisetas
Caso Gilson Martins
Caso Sandálias Havaianas
DECORAÇÃO E OBJETOS
ARTE
Caso Glauco Rodrigues
Arte Infantil
Caso Jorge Eduardo
USOS COMUNICACIONAIS:
MARCAS
Oficiais
Privadas
EDITORIAL
Caso J. Carlos
PROPAGANDA
CORTE DA BANDEIRA
SEPARAÇÃO DE ELEMENTOS
Nossa Bandeira / Sumário / Joaquim Redig
USO DA FAIXA:
Expressividade
Ausência
REINTERPRETAÇÕES
Nos setores Alimentação e Esporte
DÍSTICO
Uso Oficial
Uso Comercial
Uso Político-Filosófico
Uso Lúdico-Esportivo e Uso Faixa “Sorriso”
Parte III
INTRODUÇÃO da Parte III
ANÁLISE das QUALIDADES
PREMISSAS SEMÂNTICAS
PREMISSAS PRAGMÁTICAS216
ANÁLISE SINTÁTICA
QUALIDADES FUNDAMENTAIS (Forma e Cor)
ANÁLISE MORFOLÓGICA (Formas)
Gestalt Geométrica
Diversidade + Unidade
Inscrição + Centralização
Fundo + Figura
Multi-Simetria
Divisibilidade
Simetria + Assimetria
Formas + Contraformas
Bi + Tridimensionalidade
Qualidades dos Micro-Elementos:
Teste de Remoção
Identidade da Faixa
Teste de Transformação da Faixa
Identidade das Estrelas
Contexto Mundial
Correspondência das Estrelas / Estados
Teste de Transformação das Estrelas:
Forma do Conjunto (Constelações)
Forma da Unidade (Estrela)
ANÁLISE CROMÁTICA (Cor)
Natureza das Cores
Identidade das Cores
CONCLUSÕES DA ANÁLISE DAS QUALIDADES
ANÁLISE DOS PROBLEMAS
Identidade das Cores
CONCLUSÕES DA ANÁLISE DAS QUALIDADES
SUB-DIMENSIONAMENTO DO LOSANGO
PROBLEMAS DO DIAGRAMA CONSTRUTIVO
PROBLEMAS DO CÉU
ANÁLISE DOS PROBLEMAS
INVERSÃO
POSICIONAMENTO / DIMENSIONAMENTO DOS ELEMENTOS
("Erros de astronomia")
Relação Estrelas / Estados
PROBLEMAS DO DÍSTICO
Argumentos Históricos
Contra
A Favor
Análise dos Problemas do Dístico
Problemas Cognitivos (simbolismo e autenticidade)
Problemas Perceptivos (dificuldades de leitura)
Problemas Produtivos (dificuldades de produção das letras)
PROBLEMAS DE DUPLICAÇÃO DO GLOBO CELESTE
Nossa Bandeira / Sumário / J.Redig
PROPOSTAS de SOLUÇÃO
METAS e METODOLOGIA
DIMENSIONAMENTO
Resumo
Base: Retângulo Áureo
Sintonização do Losango
Sintonização do Círculo
Sintonização da Faixa
Sintonização das Estrelas
Correção do Diagrama Construtivo
CORREÇÕES DO CÉU
Objetivo: Fidelidade Astronômica
Posicionamento das Estrelas
Posicionamento Astronômico
Posicionamento Modular
Desinversão do Céu
Inversão Frente/Verso
MARCA NACIONAL
Evolução do Contexto
Versões Simplificadas
OPÇÕES PARA A FAIXA
Sem Dístico
Com Dístico original da Bandeira
Com Dístico recomposto
CONCLUSÃO da Parte III
AGRADECIMENTOS
BIBLIOGRAFIA

Nota do Editor

O projeto do livro sobre a Bandeira Brasileira de Joaquim Redig chegou em minhas mãos em 2003. Olhei o projeto, a idéia do livro e gostei. Gostei porque sou brasileira, é a minha bandeira, mas confesso que até ali nunca tinha sido grande admiradora da mesma. Nunca tinha dedicado meu tempo para pensar na Nossa Bandeira e o único episódio marcante da minha vida no qual ela foi protagonista aconteceu nas comemorações da Copa do Mundo de 1970. Estava eu com 8 anos de idade e fui roubada quando sacudia um pequena bandeira no banco de trás do carro de meus pais. Outro torcedor fanático, que não tinha nem uma Bandeira para demonstrar seu fervor patriótico, se achou no direito de arrancar das mãos de uma criança uma bandeirinha singela. Ali já era um prenúncio da violência crescente e instaurada de forma tão extensa na nossa sociedade.

Hoje, 6 anos depois que Joaquim me apresentou seu projeto, não posso me dizer inocente em relação à Nossa Bandeira. Joaquim fez despertar em mim durante esses anos um misto de admiração e orgulho pela Bandeira do meu país. Foi através dele, de sua paixão de brasileiro e de designer que entrei nos meandros da história do Brasil como nunca tinha feito nem nos tempo de colégio, quando história sempre foi minha cadeira predileta. Entrei de cabeça no coração de nossas princesas e príncipes, de nosso rei, das oligarquias do café, do inicio da nossa República e até na Guerra do Paraguai. Entendi nossa história como nunca, conheci nossa herança portuguesa e me orgulhei dos nossos descobridores, vivi a cultura indígena e a peregrinação dos missionários jesuítas, entendi pela primeira vez as circunstâncias políticas no ano do nascimento da República Brasileira.

Não dá para narrar nesta nota as emoções que senti ao longo do meu trabalho de editora durante o período que Joaquim depurava seu trabalho e se aprofundava em suas pesquisas com o nosso auxílio.

Este livro é de suma importância para todos os brasileiros reconhecerem a Nossa Bandeira. Essa viagem repleta de informações históricas, lúdicas e poéticas é um belo instrumento para aumentar a nossa auto-estima e o orgulho de ser brasileiro. A Nossa Bandeira é de cada um de nós e não está ligada a nenhum partido político, nem tampouco a nenhum governante de hoje ou do passado. A Bandeira é o símbolo de cada cidadão brasileiro de forma absolutamente democrática. Ela pertence com a mesma intensidade aos ricos, pobres, brancos, negros e crentes dos mais diversos credos.

O fotógrafo João de Orleans e Bragança na fase de pesquisa do Projeto nos contou sua experiência durante uma solenidade oficial de comemoração da pátria na Espanha. Todos os oficiais que chegavam à solenidade se curvavam ao rei da Espanha, inclusive o primeiro ministro e membros do Parlamento. Quando a abertura da solenidade estava por terminar chegam ao local do evento os últimos soldados, os mais bem aprumados e vestidos de toda a tropa, trazendo a Bandeira da Espanha em seus braços. Naquela hora, o rei se curva diante da Bandeira, dando vida a esse objeto que simboliza o povo ao qual deve lealdade e dedicação. Espero que este livro ajude a nós brasileiros a lembrar aos nossos governantes a dedicação e lealdade que devem à Nossa Bandeira e ao povo brasileiro.

Silvia Fraiha

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Jogos Sem Regras

Sobre a obra do artista plástico e escultor Helio Rodrigues

Produção editorial: Silvia Fraiha
Autora: Alexandra Garnier
Prefácio: Helio Rodrigues
Ano: 1997

Do artista plástico o público tem acesso apenas ao produto final. O produto obriga-se a ser a síntese do processo criativo para ser chamado arte. Inúmeros argumentos e diálogos não atravessam as paredes do atelier. Imagens e sentimentos restringem-se a íntima relação entre o artista e a matéria. Dessa maneira, perde o artista e perde o espectador. O artista não mostra e o espectador não vê o processo pelo qual a obra foi concebida. Meu trabalho, como o de outros artistas, se desenvolve nesse processo individual, intimista, porém, como não faço esculturas para mim, procuro sempre a relação com o público. O que eu produzo. Por meio desses sentimentos solitários, descobri as marcas criadas pelas formas que modelo. Surgiram dos moldes de gesso, que faço mecanicamente. Transformei esses moldes em elementos participantes do meu trabalho e agora quero que o público participe e interaja no meu processo. Descobrindo resultados, obras, pensamentos, pessoas e experiências se somam e resultam nos Jogos sem regras.

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A Arte de Ilustrar a Arquitetura

Sobre o trabalho de ilustração de Nelson Sadala, Sergio Klein, Walter Zollinger, Carlos Coccarelli, Guta, Charlote Kaschner, Solemar, Benicio, Ângelo de Castro, Cláudio Figueiredo 

Produção editorial: Silvia Fraiha e Rosalia Agati
Autora: Melanie Dimantas
Prefácio: Sergio Gattáss
Ano: 1995

A arte de ilustrar a arquitetura reúne alguns dos mais importantes ilustradores brasileiros. Apesar do tema do livro estar vinculado ao mercado imobiliário, o que às vezes confere à ilustração um caráter marcadamente comercial, este livro mostra que a ilustração pode ser vista com outros olhos, olhos de quem aprecia o fazer artístico. Criar vida a partir de plantas baixas concebidas pelos arquitetos é um trabalho que exige maestria e arte em doses muito precisas.

O leitor vai conhecer um pouco da técnica e do estilo que cada ilustrador traz em seu desenho e também entender como o trabalho destes artistas interfere no espaço urbano, antecipando pontos de referência para a cidade. Flanando sobre a virtualidade de um sonho esboçado, o ilustrador é o artista privilegiado que  um dia seu desenho adquire corpo e massa, excede os limites do papel e repousa na paisagem da cidade.

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Coleção do Artista

Português / Inglês
Autores: Frederico Morais e Fernando Cocchiarale
Produção editorial: Silvia Fraiha
Ano: 1999

Coleção do Artista marca o registro de desenhos de Amador Perez. A obra de Amador reunida nesta edição resulta do domínio absoluto do grafite voltado para a produção de imagens mais do que gráficas – fundadas na valorização da linha – fotográficas, pois sua formação se dá por meio da representação tensa ou harmoniosa de luzes, sombras e tons intermediários, ou seja, pela produção manual de um vocabulário análogo ao da fotografia.

Com pleno domínio do artista, esses materiais quase incorpóreos, o branco-luz do papel e as diferentes gradações tonais sombrias do grafite tornam possíveis a visualização de imagens da arte, transfiguradas e igualadas por uma técnica única. Como nas reproduções fotossensíveis, a profundidade e a solidez das coisas são essencialmente esboçadas pelo tom e não pela intervenção abstrata do traço, que, inexistindo nas coisas, só se concretiza no desenho. A mão de Perez obtém artesanalmente resultados muito próximos aos das técnicas fotográficas, não no sentido de concorrer com estas, mas para plasmar situações imaginárias impossíveis de emergirem tecnicamente de outra maneira.

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Paisagens de Sonho & Verdade

Português / Inglês
Autora: Valéria Salgueiro
Produção editorial: Silvia Fraiha
Prefácio: Fernando Chacel
Ano: 1998

Paisagens de sonho e verdade nos remete ao século XIX e à compreensão da paisagem por meio da representação gráfica com base geoecológica e social. Nesse processo prospectivo de inventar paisagens, entre a arte e a ciência, esses artistas apresentavam ao mundo ocidental uma visão de rara sensibilidade e estética de cenários da América Latina por eles compartilhados.

Egerton, Nebel, Phillips, Vidal, Pellegrini, Chamberlain, Ouseley e Rugendas mostraram em imagens não só os testemunhos das civilizações pré-colombianas, dos espaços generosos e monumentais do México, a arquitetura refinada da paisagem urbana de Buenos Aires e a beleza natural do Rio de Janeiro em contraste com a simplicidade harmoniosa do seu core urbanizado, mas também os protagonistas e usuários dessas paisagens – os hábitos e os comportamentos.

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Paisagismo e Ecogênese

Autor: Fernando Chacel
Produção editorial: Silvia Fraiha e Tiza Lobo
Prefácio: Luiz Emygdio de Mello Filho
Ano: 2001

 

Fernando Magalhães Chacel consolidou-se como um dos mais importantes profissionais do paisagismo brasileiro e mundial da geração pós-Burle Marx, com quem trabalhou no início da carreira, nos anos 1950.

O trabalho do arquiteto e paisagista Fernando Chacel surpreende aos que não têm acesso ao fantástico resultado da reconstrução de mangues e restingas da Barra da Tijuca, e até mesmo àqueles que moram nos arredores. Ao percorrer as páginas o leitor se surpreenderá com uma linguagem ágil e fluida, como o autor descreve uma região restrita do Rio de Janeiro – a Barra da Tijuca –  e ali se descortinou uma política de reconstrução possível e real do meio ambiente, que pode e deve ser aplicada em todo o planeta.

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Cemitério Israelita de Vila Mariana

Apresentação
Sumário

Os primeiros Judeus de São Paulo. Uma breve história contada através do Cemitério Israelita de Vila Mariana.

 

Autores: Paulo Valadares, Niels Andreas e Guilherme Faiguenboim
Ano: 2009

 

Histórias que desvendam a vida dos primeiros judeus que vieram para São Paulo e que levantaram os alicerces de sua comunidade. Lá estão os seus nomes,  as suas cidades de origem na Europa, porque vieram para São Paulo. O Cemitério da Vila Mariana foi escolhido por ser o primeiro cemitério erguido pelos judeus de São Paulo.  O livro relaciona outros cemitérios erguidos por imigrantes da mesma época em Quatro Irmãos (RS), Rio de Janeiro, Recife, Cubatão e Chora-Menino. São também descritos os costumes funerários judaicos nos tempos bíblicos e na Idade Média, como também no Brasil Colônia, em especial na cidade de São Paulo, e é revelada a evolução dos cemitérios nos últimos dois séculos.

CEMITÉRIO ISRAELITA DE VILA MARIANA

Introdução - A descoberta do cemitério

Como surgiram os cemitérios

Chevra Kadisha: a sociedade funerária

Normas e costumes fúnebres judaicos

O suicídio

A diferença de hábitos nos rituais fúnebres

A lápide: matzeivá

São Paulo Antigo: católico, apostólico e pouco tolerante

Os judeus alsacianos em São Paulo

O que foi o Pale

A região que mudou de continente

A Bessarábia

Da Bessarábia para o Brasil

Mudança de costumes no Brasil : a evolução do cemitério

Primeiros judeus russos em São Paulo

Cemitérios paulistanos

Cemitério da Consolação

Vila Mariana no começo do século XX

A República brasileira

Morrer em São Paulo

Cemitério Israelita de Vila Mariana

Fundadores do Cemitério em São Paulo

Dura lex, sed lex (a lei é dura, mas é a lei)

A Última Caridade e a Chevra Kadisha

Os Impuros, os Indesejáveis, os Banidos

É possível conviver todos juntos?

O Cemitério adapta-se à religião

Como se construiu a identidade deste cemitério

Rabino David Valt, o Guardião da CK

Reforçando o simbolismo do CIVM

Como aumentar o terreno?

Aprendendo a fazer política e lobby

Missão cumprida: o fim do cemitério

S U M Á R I O

Verbetes: População do CIVM

Chave dos Verbetes

ANEXOS
Os judeus de Hitler no CIVM

Os bessarabers no Cemitério Israelita de Vila Mariana

Genealogias dos Tabacow e dos Teperman

Chestia Evreiasca

Os Bessarabers e suas cidades de origem

Mapas do Cemitério Israelita da Vila Mariana

Cemitério Israelita de Cubatão

Cemitério Israelita de Santana (Chora Menino)

Cemitério Israelita do Barro (Recife)

Cemitério Israelita de Quatro Irmãos (RS)

Cemitério Israelita de Filipson (RS)

Discussão dos vereadores paulistanos sobre o CIVM

Estatuto da Sociedade Cemitério Israelita de São Paulo

Summary – Resumo do livro em inglês

Glossário

Bibliografia

Agradecimentos

Os Autores